A pílula dá um fim aos ovários policisticos?

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 04-08-2010

Ela não extermina esses cistos em definitivo porque esse problema é crônico. Mas o uso regular da pílula ajuda a controlar seus sintomas, como acne e pelos em excesso. Isso vale para qualquer tipo de remédio: todas brecam o trabalho dos ovários, que, nesse caso específico, produzem o hormônio masculino além da conta.

Breve explicação a respeito do anticoncepcional hormonal combinado oral

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 15-07-2010

A pílula consiste na utilização de estrogênio associado à progesterona, impedindo a concepção por inibir a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Também modifica o muco cervical, tornando-o insensível ao espermatozóide, altera as condições endometriais, modifica a contratilidade das tubas, interferindo no transporte ovular. Existem diversos tipos de pílulas. As mais comumente receitadas são:

1 – pílulas monofásicas: toma-se uma pílula por dia, e todas têm a mesma dosagem de hormônios (estrogênio e progesterona);

2 – pílulas multifásicas: toma-se uma pílula por dia, mas existem umas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo. Por isso, podem ter dosagens mais baixas e causam menos efeitos colaterais;

3 – pílulas de baixa dosagem ou minipílulas: têm uma dosagem mais baixa e contêm apenas um hormônio (geralmente progesterona), causando menos efeitos colaterais. São indicadas durante a amamentação, como uma garantia extra para a mulher e devem ser tomadas todos os dias, sem interrupção, inclusive na menstruação.

As pílulas podem causar efeitos colaterais em algumas mulheres, como náusea, sensibilidade dos seios, ganho de peso ou retenção de água, alterações no humor, manchas na pele, dor de cabeça, aumento na pressão sanguínea. Mulheres fumantes, com problemas cardíacos, com doenças do fígado e do coração, hipertensão, suspeita de gravidez, flebite ou varizes, glaucoma, enxaqueca, derrame, ou obesidade não devem usar pílulas. Além disso, são menos efetivas quando tomada com algumas drogas, como antibióticos, que interferem na sua ação. Tomadas por muito tempo, podem aumentar o risco de câncer de mama e não são recomendadas para mulheres com menos de 16 ou mais de 40 anos.

Mito e verdade a respeito do anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional, Mito | Posted on 09-06-2010

A PÍLULA ENGORDA – MITO
A pílula não engorda. A pílula não é anabolizante e não aumenta o apetite, na grande maioria dos casos. As mulheres que aumentam de peso com a pílula, engordam com muita facilidade e todas as razões são invocadas para o justificar. O aumento ponderal devido à gordura pode ocorrer em algumas mulheres por razões variadas mas fundamentadas numa sensibilidade individual.

A PÍLULA TEM EFEITOS SECUNDÁRIOS – VERDADE
Não há nenhum fármaco que não tenha efeitos secundários potenciais, mas a pílula é muito bem tolerada. A pílula de hoje quase não tem efeitos secundários, é o método contraceptivo mais eficaz para evitar a gravidez não desejada e preservar a fertilidade para quando o casal o desejar. Nada existe que não tenha inconvenientes, contudo, os benefícios da pílula ultrapassam largamente os seus eventuais riscos e defeitos.

A PÍLULA DIMINUI A FERTILIDADE – MITO
Não, a pílula é o método reversível que melhor preserva a capacidade fértil da mulher. As infecções, causa frequente de esterilidade, são menos frequentes nas mulheres que tomam a pílula. Os tumores do ovário são também menos frequentes na mulher que toma a pílula.

O TABACO REDUZ A EFICÁCIA DA PÍLULA – MITO COM PRECAUÇÃO
O tabaco não reduz a eficácia da pílula, mas a associação pílula/tabagismo é perigosa, porque a pílula potencializa os efeitos nocivos do tabaco no sistema cardiovascular. Com a associação, o enfarte do miocárdio é mais frequente. A combinação do tabagismo com a pílula potencia o respectivo risco de acidentes vasculares e tromboembólicos.

A PÍLULA DIMINUI A LÍBIDO – MITO
É outro grande mito. Há uma minoria de casos onde isso se verifica. Se aprofundarmos a história dessas mulheres vamos constatar que num elevado número de casos o desempenho sexual já não era muito satisfatório, já havia disfunção que não era tão valorizada. A pílula pode ser um pretexto e como tal, mudar de marca, via de administração ou de método pode ajudar.