Brasileiras usam pílula anticoncepcional para aliviar a TPM e evitar filhos

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 19-08-2011

Na hora de escolher a pílula anticoncepcional, as brasileiras se preocupam não somente em evitar a gravidez, mas em ter um medicamento que possa diminuir os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual), as cólicas e espinhas. Essa é a constatação da pesquisa nomeada Pílula por quê?, realizada pelo departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), em parceira com a farmacêutica Bayer.

A pesquisa avaliou a opinião de 4.089 mulheres que tomam pílula, por meio de um levantamento online. Destas, 48% afirmaram que a melhora da TPM, das cólicas e da acne foram motivos que levaram a escolher a pílula que iam tomar.
Quando questionadas sobre a principal mudança que o uso do remédio trouxe a vida delas, 54% afirmaram que foi o alívio da tensão pré-menstrual e o aumento da qualidade de vida. Apenas sua eficácia, a necessidade primordial, tem mais audiência: é esperada por 61% do público pesquisado.

Em segundo lugar, ficou a liberdade sexual (42%) e, em terceiro, a melhora da oleosidade da pele e dos cabelos, com redução da acne (40%). O planejamento familiar (22%) e da carreira profissional (13%) ficaram em quarto e quinto lugar, respectivamente.

Menos fluxo e pausa entre cartelas

A criação de um contraceptivo oral que diminuísse o fluxo menstrual seria encarada como uma inovação positiva por 30% das mulheres e a presença de vitaminas em sua composição ficou com a preferência de 22% das pesquisadas.

A pausa entre cartelas, necessária para haver eliminação de fluxo menstrual também poderia ser abolida para 72% das mulheres que participaram do estudo.

Esse intervalo entre uma cartela e outra, considerado desnecessário para muitos ginecologistas, inclusive para o autor do estudo Afonso Nazário, chefe do Departamento de Ginecologia da Unifesp, mostra que a mulher brasileira está mais informada.

- Isso mostra que a mulher está mais bem informada hoje, que há uma ação educativa do ginecologista.

Segundo Nazário, além de desnecessária, a pausa pode ser perigosa.

- Nessa fase, quando se deixa de tomar a pílula e opta por outros métodos, aumenta o risco de ficar desprotegida e engravidar.

Fonte: http://noticias.r7.com

Os antibióticos que cortam o efeito da pílula anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 14-06-2011

Hoje em dia, toda mulher que tem condições e se cuida toma anticoncepcional (obviamente, aquelas que não querem engravidar!).
Muitas delas tem muito medo de engravidar por ter uma vida sexual muito ativa e as vezes esquecerem de tomar a pílula, outro detalhe muito importante é que alguns remédios e antibióticos cortam o efeito de anticoncepcionais….Muitas mulheres não sabem disto e acabam tomando os remédios e ficando grávidas! Isto é um problema e só tendo informação que você saberá se cuidar devidamente.
Alguns não chegam a cortar totalmente o efeito da pílula, porém diminuem os seus efeitos, o que deixa a mulher vulnerável à uma gravidez sem estar esperando…
Alguns remédios entre eles a Ampicilina é um antibiótico que pode cortar o efeito do anticoncepcional… ela é muito utilizada na medicina para tratamento de infecções urinárias outros remédios para tratamento de epilepsia também podem cortar o efeito.
Quase todos os antibióticos cortam o efeito do anticoncepcional, mas além deles, se você tiver vômitos ou diarréia algumas horas após tomar o anticoncepcional o seu efeito pode ser anulado também…
Na dúvida quanto a antibióticos o melhor a fazer é procurar um médico ou na falta de médico, use camisinha sempre enquanto estiver tomando os remédios.

Bate-papo com a ginecologista Denise Coimbra

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional, Vídeo | Posted on 03-03-2011

Veja agora a entrevista completa com a ginecologista Denise Coimbra tirando todas as dúvidas dos internautas, inclusive assuntos sobre anticoncepcional.

Fonte: youtube

Troca de anticoncepcional e falta de orgasmo

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 29-01-2011

Há alguns dias, não consigo mais chegar ao orgasmo,no ultimo mês eu troquei de anticoncepcional,antes eu tomava o Ciclo 21 e agora tomo Neovlar,nos últimos comprimidos da cartela eu comecei a ficar com tpm, cólica,e não consigo chegar ao orgasmo,essas mudanças no meu corpo pode ser por essa mudança de anticoncepcional?

Os hormônios que estão nessas duas pílulas são os mesmos e o que varia é apenas a dosagem, sendo que o segundo deles tem uma dose um pouco mais alta de hormônio. Essa dose um pouco mais alta não deveria alterar sua capacidade de orgasmo e nem provocar cólicas e tpm. Por essa razão, é boa idéia conversar com seu ginecologista.

Dúvida de uma internautra

Saiba mais sobre os medicamentos hormonais

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 22-09-2010

Pílulas contraceptivas (preservativos orais), Norplant, e Depo-Provera contém formas sintéticas dos hormônios progesterona e/ou estrogênio que impedem os ovários de uma mulher de liberarem um óvulo todo mês. Eles também espessam o muco cervical, que então age como uma barreira para o espermatozóide.

Uma mulher toma pílulas anticoncepcionais de acordo com um horário diário prescrito pelo médico. Depo-Provera é administrado através de uma injeção e evita gravidez por 3 meses. Norplant é um conjunto de cápsulas pequenas, finas, flexíveis que são colocados sob a pele do braço da mulher e evita gravidez por até 5 anos, período permitido de permanência dos implantes no local.

Todas estas formas hormonais de controle da natalidade exigem visitas ao médico para prévia prescrição, injeção, ou introdução das cápsulas.

Mulher que toma anticoncepcional não tem período fértil

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 21-09-2010

Mulheres que tomam anticoncepcional de forma correta, a mais de um mês e prescrito por um ginecologista não tem período fértil. Pode transar,por exemplo,  no 14 dia ( dia fértil considerado d eum ciclo de 28 dias) tranquilamente que não irá engravidar. Uma das vantages do uso de anticoncepcional é essa: poder transar no dia que quiser sem se preocupar se é dia fértil ou não. Vale lembrar que só vale a pena largar a camisinha se tem um parceiro fixo e confiável. Afinal o anticoncepcional não protege de DST (doenças sexualmente transmissíveis).

Amostra grátis de anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 20-08-2010

Uma das dúvidas mais comuns a respeito de amostra grátis de anticoncepcional é se são confiáveis ou não. E a resposta é sim. Estas amostras saem do mesmo lote de fabricação dos remédios que encontram normalmente nas farmácias. É imposível não atestar a qualidade dos mesmos, já que no momento da embalagem estão juntos no mesmo lote das embalagens que vão para as farmácias. E mesmo assim, a amostra grátis e a própria propaganda médica da eficiência e eficácia do produto, você já pensou se as amostras fossem falsas? Como a indústria farmaceutica e os médicos iriam nos provar quanto a eficácia de seus produtos? Só tem que ficar de olho na validade.

Interações: anticoncepcionais, vitamina C e antibióticos

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 07-08-2010

ANTICONCEPCIONAL + ANTIBIÓTICO
Está na bula do anticoncepcional: seu efeito é reduzido quando é consumido com um antibiótico. Isso ocorreria porque, lá no fígado, as enzimas responsáveis por processar os remédios passariam a trabalhar a mil, o que diminuiria por tabela a ação da popular pílula. Ou seja: se os dois medicamentos forem tomados conjuntamente, aumentarão as chances de a cegonha anunciar uma gravidez.

ANTICONCEPCIONAL + VITAMINA C (ACIMA DE 1 GRAMA)
Doses elevadas do suplemento vitamínico aumentam os níveis do hormônio da pílula, o etinilestradiol, no sangue. Com isso, seus possíveis efeitos colaterais — para mulheres sensíveis a eles, claro — também vão às alturas.

Fonte:saude.abril

A pílula dá um fim aos ovários policisticos?

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 04-08-2010

Ela não extermina esses cistos em definitivo porque esse problema é crônico. Mas o uso regular da pílula ajuda a controlar seus sintomas, como acne e pelos em excesso. Isso vale para qualquer tipo de remédio: todas brecam o trabalho dos ovários, que, nesse caso específico, produzem o hormônio masculino além da conta.

Breve explicação a respeito do anticoncepcional hormonal combinado oral

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 15-07-2010

A pílula consiste na utilização de estrogênio associado à progesterona, impedindo a concepção por inibir a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Também modifica o muco cervical, tornando-o insensível ao espermatozóide, altera as condições endometriais, modifica a contratilidade das tubas, interferindo no transporte ovular. Existem diversos tipos de pílulas. As mais comumente receitadas são:

1 – pílulas monofásicas: toma-se uma pílula por dia, e todas têm a mesma dosagem de hormônios (estrogênio e progesterona);

2 – pílulas multifásicas: toma-se uma pílula por dia, mas existem umas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo. Por isso, podem ter dosagens mais baixas e causam menos efeitos colaterais;

3 – pílulas de baixa dosagem ou minipílulas: têm uma dosagem mais baixa e contêm apenas um hormônio (geralmente progesterona), causando menos efeitos colaterais. São indicadas durante a amamentação, como uma garantia extra para a mulher e devem ser tomadas todos os dias, sem interrupção, inclusive na menstruação.

As pílulas podem causar efeitos colaterais em algumas mulheres, como náusea, sensibilidade dos seios, ganho de peso ou retenção de água, alterações no humor, manchas na pele, dor de cabeça, aumento na pressão sanguínea. Mulheres fumantes, com problemas cardíacos, com doenças do fígado e do coração, hipertensão, suspeita de gravidez, flebite ou varizes, glaucoma, enxaqueca, derrame, ou obesidade não devem usar pílulas. Além disso, são menos efetivas quando tomada com algumas drogas, como antibióticos, que interferem na sua ação. Tomadas por muito tempo, podem aumentar o risco de câncer de mama e não são recomendadas para mulheres com menos de 16 ou mais de 40 anos.