O método da injeção anticoncepcional pode ser dividido em dois tipos: a só com o hormônio progesterona, que pode ser aplicada mensal ou trimestralmente, e a injeção que combina progesterona e estrogênio, aplicada uma vez ao mês. “O método é de alta segurança para a paciente contra a concepção. E, para aquelas mulheres que se esquecem de tomar uma pílula por dia, pode ser mais fácil”, indica o Dr. Giovanni Favero, ginecologista do Hospital Oswaldo Cruz.
Aplicada em mulheres com vida sexual ativa de qualquer idade, não é opção para quem tem medo de agulhas. Ela pode gerar incômodo nessas pacientes. Outro ponto negativo é a retenção hídrica e o aumento de peso. “A injeção só de progesterona, aplicada uma vez a cada três meses tende a gerar, em longo prazo, aumento de peso”, esclarece Fábio. Giovanni completa que o método também pode desagradar mulheres que consideram importante menstruar, pois costuma interromper não só a ovulação, mas também o fluxo menstrual.
É importante ressaltar os próprios fabricantes das pílulas afirmam que podem ocorrer incômodos, como sangramento irregular, depressão, sensibilidade nos seios, dor de cabeça, reação alérgica e até atraso na capacidade de engravidar após parar de ser usada.
São de uso mensal e combinam estrogênio e progestágeno. Têm eficácia similar aos anticoncepcionais orais combinados. São utilizados naquelas pacientes que não conseguem se lembrar de usar a pílula diariamente ou têm intolerância gastrointestinal aos hormônios. Para algumas pacientes têm a vantagem de ser usado apenas uma vez por mês.
O anticoncepcional injetável é algo não muito conhecido, pois o que muitos conhecem é em fórmula de comprido, mas o injetável causa os efeitos que o tradicional anticoncepcional, que é de fato evitar uma possível gravidez.
Tal anticoncepcional é uma injeção semelhante a hormônios criados pelo ovário feminino, essa injeção é aplicada de forma intramuscular entre 30 dias, já os comprimidos devem ser tomados diariamente. Aplicação funcionam da seguinte maneira, a primeira deve ser injetada entre o 1º e 5º dia que determina o ciclo menstrual da mulher e as próximas 30 dias depois da primeira aplicação, sem dependência da menstruação, com chance de segurança de 3 dias antes ou depois. Algumas das vantagens existentes nesse método são que ele é seguro e o esquecimento por parte das mulheres será menor, pois ele só é usado uma vez no mês, ele protege a mulher de gravidezes indesejadas e caso a mulher queira engravidar é só para de usá-lo quem em poucos meses ela estará apta para tal, além de seus hormônios injetáveis terem poucos efeitos colaterais e também previne várias doenças, como câncer do endométrio dos ovários é reduz a possibilidade de miomas, só existe uma pequena desvantagem, tal qual alteração no ciclo menstrual.
Uma das funções do anticoncepcional é prevenir a gravidez, independente da forma como ele é administrado. Uma das principais diferenças entre o anticoncepcional injetável e o oral é que o injetável contém estrogênio natural, enquanto o oral contém o sintético.
O anticoncepcional injetável inibe a ovulação e altera o muco cervical, ou seja, ele o torna mais espesso, impedindo a passagem do espermatozóide. É possível encontrar anticoncepcionais que são injetados mensalmente ou trimestralmente.
O anticoncepcional injetável já previne a gravidez a partir do primeiro ciclo, e pode ser usado por toda a vida, desde a adolescência até a menopausa.
Esse não é um dos métodos muito usados, após ser aplicada essa injeção, os comprimidos devem ser tomados diariamente. A injeção é aplicada no primeiro e também no quinto dia. Saiba também que ele é considerado um método muito seguro e eficaz em sua função.
Quem quiser engravidar e estiver tomando a injeção é só parar de tomá-la, provavelmente as coisas vão voltar ao normal dentro de poucos meses. Métodos para se evitar a gravidez é o que não falta. Por isso não tem desculpa em relação as pessoas que engravidam devido ao “impulso da situação”
A incidência de gestação durante tratamento com anticoncepcional injetável é praticamente igual à incidência durante o uso de anticoncepcional oral (0,5%). A grande vantagem do medicamento injetavel é a forma de administração: 1 ampola intramuscular no 8º dia do ciclo menstrual, sem a necessidade do uso diário de medicamento – como é o caso da pílula, que tem a chance de esquecimento e de disturbios gástricos como a náusea (mesmo quando tomada à noite).
A injeção tem como maior efeito colateral a irregularidade menstrual, que pode ocorrer ou não dependendo de cada paciente. Os efeitos colaterais de aumento de peso e cefaléia podem ocorrer independente da forma de administração, via oral ou injetável. O funcionamento tanto de um como de outro é igual: eles impedem a gravidez por inibir a ocorrência da ovulação.
Anticoncepcional Injetável é uma injeção intramuscular de hormônios semelhantes aos produzidos pelo ovário feminino, aplicada a cada 30 dias.
O anticoncepcional injetável evita a gravidez impedindo a ovulação. A primeira aplicação deverá ocorrer entre o 1º e o 5º dia do ciclo menstrual e as demais em 30 dias após a 1ª aplicação, independente da menstruação, com uma margem de segurança de 3 dias antes ou depois.
Quais as vantagens e desvantagens?
As vantagens é que o anticoncepcional injetável é um método hormonal seguro, pois o risco de esquecimento é menor. Protege a mulher de uma gravidez não desejada logo após a primeira aplicação e permite engravidar após alguns meses de interrupção do método.
Os hormônios injetáveis possuem baixa incidência de efeitos colaterais, como aumento de peso, náuseas ou vômitos. Previnem o câncer do endométrio e dos ovários e reduzem os riscos de miomas.
A desvantagem é que este método pode alterar o ciclo menstrual.
Fonte: http://www.gestantes.net
É composto por acetato de medroxiprogesterona de depósito e aplicado por via intra-muscular. Inibe a ovulação por supressão das gonadotrofinas, alteração do muco cervical e do endométrio. O Índice de Pearl é de 0,3 gestações a cada 100 mulheres por ano.
Os efeitos colaterais mais comuns são irregularidades menstruais ou amenorréia e ganho de peso além de enxaqueca, dor nas mamas e redução da libido.
Pode ser usada em mulheres de qualquer idade e durante a amamentação. A grande desvantagem é que, após a interrupção, a mulher só voltará a ser fértil a partir de mais de seis meses podendo chegar a um ano. Portanto, não ocorre volta imediata da fertilidade nas injeções de uso mensal.
A primeira injeção deve ser aplicada até o 5° dia do ciclo menstrual ou 7° dia após o parto. A injeção deve ser aplicada por via intra-muscular profunda, nas nádegas. Uma nova dose deve ser aplicada a cada 90 dias.
Mulheres que estejam amamentando com menos de 6 semanas depois do parto, que tenham tumores ou infecções do fígado, cirrose, pressão alta, diabetes há mais de 20 anos ou danos em artérias ou visão causado por diabetes, pressão alta, passado de derrame, trombose, infarto ou problemas do coração graves, sangramento vaginal inexplicado, história ou estado atual de câncer de mama, uso de rifampicina ou anticonvulsivantes.
O que são os contraceptivos injetáveis?
Temos dois tipos de contraceptivos injetáveis: os trimestrais e os mensais. Os trimestrais contêm um progestógeno similar ao hormônio natural progesterona existente no corpo da mulher. Já os injetáveis mensais contêm 2 hormônios, um progestógeno e um estrógeno semelhantes aos hormônios naturais progesterona e estrógeno existentes no corpo de uma mulher.