O uso de anticoncepcional pode causar aumento da pressão sanguínea

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Por admin - em Anticoncepcional - 21/04/2012

As pílulas podem elevar ligeiramente a pressão porque os hormônios da sua composição provocam uma leve contração nos vasos sanguíneos. Com o tempo, isso pode enrijecê-los, aumentando as chances de um acidente vascular cerebral (AVC). A pressão alta, a longo prazo, também causa danos em outras partes do corpo, como os rins.

* O que fazer: se sua pressão é normal, não há com o que s epreocupar. Se ela for alta, o melhor é considerar outra forma de contraceptivo. Caso a opção seja mesmo a pílula, é indicado optar por uma com dosagem mais baixa ou as que tenham apenas progesterona.

Câncer: efeito colateral do uso do anticoncepcional

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Por admin - em Anticoncepcional - 21/04/2012

Evidências científicas sugerem que o uso de pílula por longos períodos – acima de 10 anos – aumenta as chances de c6ancer, como o cervical e o de fígado. Em contrapartida, reduz-se o risco de outros tipos, como o de ovário e endométrio. COm relação ao de mama, não são conclusivos.

* O que fazer: pessoas com antecedentes de câncer na família, principalmente cervical e de fígado, devem optar por outro método. Como os riscos aumentam depois de 10 anos, alguns médicos indicam que seu uso seja intercalado com o DIU, por exemplo. Caso aconteça alguma gravidez – o que já força a pausa – o perigo é menor.

A escolha do método contraceptivo: adesivo anticoncepcional

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Por admin - em Adesivo Anticoncepcional - 19/04/2012

Com as mulheres a cada dia invadindo o mercado de trabalho e acumulando várias funções, como mãe, funcionária, esposa e estudante, a praticidade é um item primordial na vida da mulher contemporânea. E é isto o que o adesivo anticoncepcional oferece, praticidade, o adesivo é colado sobre a pele, e deve permanecer por sete dias, após este período, troca-se por outro adesivo, e após três semanas trocando os adesivos, a mulher deve dar uma pausa de uma semana, é neste período que ocorre a menstruação. Para iniciar o tratamento, a mulher deve colar o adesivo no primeiro dia da menstruação.

O adesivo é composto pelos mesmo hormônios que a pílula anticoncepcional, o estrogênio e o progestogênio, e por ser absorvido pela pele, o medicamento não passa pelo estômago, e assim, diminui efeitos indesejáveis para as mulheres que sofrem de algum problema estomacal.

Muitas mulheres optam por este método, pois, ao contrário da pílula anticoncepcional, onde pode haver esquecimento de tomar o comprimido, com o adesivo o risco é bem menor, já que estará visível em seu corpo, como abdômen, braço ou coxa, o ideal é deixá-lo bem visível para não ocorrer o esquecimento de trocar o adesivo.

Outra vantagem do adesivo contraceptivo é que os efeitos têm duração somente no mês em que são usados, diferentemente das pílulas anticoncepcionais em que os efeitos anticoncepcionais podem perdurar por até seis meses.

O único porém é em relação aos cuidados para que o adesivo não desgrude da pele, como, antes de aplicar, limpar a área do corpo para retirar qualquer oleosidade existente; não tomar banhos demorados e muito quentes; colocar o adesivo em áreas sem atrito, para que não desgrude da pele e não ficar longos períodos dentro de piscinas ou mar, pois, poderia também desgrudar o adesivo.

Fonte: http://www.dicasemoda.com.br

Explicação: adesivo anticoncepcional

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Por admin - em Adesivo Anticoncepcional - 18/04/2012

O adesivo anticoncepcional atua como a pílula tradicional, mas, neste caso, os mesmos hormônios são absorvidos através da pele.

O adesivo deve ser trocado uma vez por semana e é importante que a mulher esteja atenta em caso de maior sudorese, para que o adesivo anticoncepcional não descole da pele, assim como após banhos quente, banho de psicina ou de mar.

Os locais ideais para se colar o adesivo são: braço, abdômem ou bumbum, sempre em porções do corpo longe das mamas. É importante que esteja bem visível, o que por vezes pode torná-lo pouco discreto

Conheça os prós e contras de cada anticoncepcional

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Por admin - em Anticoncepcional - 17/04/2012

Em cápsula, adesivo, injeção implante ou anel. Atualmente, são muitas as opções de anticoncepcionais disponíveis no mercado, pois sua popularização vai além da simples função de prevenir uma gravidez indesejada. Com a evolução da medicina, a manipulação dos hormônios presentes em sua formulação também passou a ser muito eficaz no combate aos sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e no controle da menstruação. Mas será que todos eles se adaptam ao seu corpo?
É importante que toda mulher saiba: o organismo de cada uma de nós reage de forma distinta a cada anticoncepcional, pois a individualidade de cada uma, seja pela rotina ou por suas condições de saúde, é que irão determinar se a adaptação ao medicamento irá ser tranquila ou não.
Por isso, por mais que tenha tido notícia sobre o anticoncepcional da moda usado e recomendado pelas celebridades, a ordem é procurar um ginecologista que irá avaliar seu perfil e indicar a melhor opção para você. “A consulta a um médico é essencial, pois ele decide com a paciente o método adequado. No caso de alguma patologia, ela pode ter restrições e isso deve ser levado em conta na escolha do anticoncepcional”, alerta o Dr. Fábio Laginha, ginecologista do Hospital Nove de Julho.
Conheça, a seguir, alguns métodos anticoncepcionais femininos e entenda os prós e contras de cada um.
Que tal uma picada?
O método da injeção anticoncepcional pode ser dividido em dois tipos: a só com o hormônio progesterona, que pode ser aplicada mensal ou trimestralmente, e a injeção que combina progesterona e estrogênio, aplicada uma vez ao mês. “O método é de alta segurança para a paciente contra a concepção. E, para aquelas mulheres que se esquecem de tomar uma pílula por dia, pode ser mais fácil”, indica o Dr. Giovanni Favero, ginecologista do Hospital Oswaldo Cruz.
Aplicada em mulheres com vida sexual ativa de qualquer idade, não é opção para quem tem medo de agulhas. Ela pode gerar incômodo nessas pacientes. Outro ponto negativo é a retenção hídrica e o aumento de peso. “A injeção só de progesterona, aplicada uma vez a cada três meses tende a gerar, em longo prazo, aumento de peso”, esclarece Fábio. Giovanni completa que o método também pode desagradar mulheres que consideram importante menstruar, pois costuma interromper não só a ovulação, mas também o fluxo menstrual.
É importante ressaltar os próprios fabricantes das pílulas afirmam que podem ocorrer incômodos, como sangramento irregular, depressão, sensibilidade nos seios, dor de cabeça, reação alérgica e até atraso na capacidade de engravidar após parar de ser usada.
Um comprimido por dia
Existem alguns tipos de pílulas anticoncepcionais que podem ser ingeridas via oral com diferentes dosagens de hormônios. Além disso, também é possível optar por cartelas de 21, 24 ou 28 comprimidos, esta última sem pausa no consumo.
É considerado um método bastante eficaz, já que entre seus pontos positivos estão o controle da menstruação, o menor fluxo sanguíneo durante o período menstrual e a diminuição de cólicas menstruais.
Um dos motivos que pode desestimular o uso é a necessidade de lembrar todos os dias, mais ou menos no mesmo horário, de tomar a pílula. Além disso, por ser de uso oral, a pílula passa pelo fígado, podendo gerar desconforto gástrico. Entre os demais pontos negativos, sabe-se que a pílula pode causar cefaléia, enxaqueca, dores nas mamas, secura vaginal, diminuição da libido, aumento da pressão arterial, náusea, ganho ou perda de peso, alterações no humor, acne e sangramento irregular.
Cole um adesivo
O método é baseado em dois hormônios: progesterona e estrogênio. Pode ser manipulado pela própria mulher e colado no local do corpo que ela preferir, de preferência onde possa verificar constantemente se está intacto ou não. O adesivo deve ser trocado semanalmente e, a cada três semanas, é feita uma pausa para a menstruação.
Como o hormônio é liberado na pele e não passa pelo fígado, o adesivo é procurado por mulheres que têm desconforto com as pílulas anticoncepcionais. Além disso, também é indicado para mulheres que sofrem de cólicas no período menstrual. “Um ponto positivo do método é sua capacidade de regular muito bem o ciclo e poder ser interrompido a qualquer momento,” compara Giovanni.
O adesivo não costuma gerar efeitos negativos, mas algumas pacientes não se adaptam ao fato de ter um material colado na pele, podendo apresentar reações alérgicas. “O custo um pouco mais elevado que as pílulas também pode ser outro ponto negativo”, diz.
Implante em baixo da pele
No formato de bastonete, o implante subdérmico é baseado somente na progesterona e só pode ser manipulado por um especialista. Por meio de uma pequena incisão, normalmente na parte interna do antebraço, o material é colocado sob a pele. “Para aquelas mulheres que não querem tomar diariamente a pílula e preferem um método que fique mais tempo no organismo, o implante é bastante indicado, pois tem eficácia de até dois anos após a colocação”, explica o Dr. Giovanni.
O custo do material somado ao valor do procedimento pode ser considerado alto se houver comparação com os outros métodos. Pacientes que não se adaptarem precisam marcar consulta médica para realizar a retirada, o que pode ser também um incômodo. Além disso, pode provocar acne, cefaleia, aumento de peso, endurecimento e dor nas mamas, sendo ainda contraindicado para mulheres que têm sangramento irregular.

Fonte: http://saudeparaelas.terra.com.br/

Quais situações a anticoncepção de emergência está indicada

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Por admin - em Pílula do Dia Seguinte(PDS) - 16/04/2012

As indicações da AE são reservadas a situações especiais e excepcionais. O objetivo da AE é prevenir gravidez inoportuna ou indesejada após relação que, por alguma razão, foi desprotegida. Entre as principais indicações de AE, está relação sexual sem uso de método anticonceptivo, falha conhecida ou presumida do método em uso de rotina, uso
inadequado do anticonceptivo e abuso sexual. Essas situações são freqüentes. Entre as falhas dos anticonceptivos, podem-se citar rompimento do preservativo, algo bastante comum, ou deslocamento do diafragma. Esquecimento prolongado do anticonceptivo
oral, atraso na data do injetável mensal, cálculo incorreto do período fértil, erro no período de abstinência ou interpretação equivocada da temperatura basal são circunstâncias que levam ao uso inadequado do método e expõem ao risco de gravidez. Nos casos de violência sexual, a mulher ou a adolescente é privada da possibilidade de escolha e submetida à gravidez indesejada. O extremo dessa violência é observado em situações de guerra, em que, não raro, a gravidez forçada é usada com a finalidade de eliminação étnica. Menos explícita que outras formas de abuso, a coerção sexual restringe o exercício
da sexualidade feminina e permeia o cotidiano de muitos casais. Essas situações constituem exemplos de indicação apropriada da AE, na medida em que todas são
condições excepcionais. A AE não deve ser usada de forma planejada, previamente programada, ou substituir método anticonceptivo como rotina.

5 fatos sobre a pílula do dia seguinte

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Por admin - em Pílula do Dia Seguinte(PDS) - 15/04/2012

1 – Segunda opção

A recomendação dela se restringe a casos de vítimas de violência sexual e de falhas dos métodos tradicionais de prevenção, como camisinha furada (em geral, por ter sido colocada de maneira errada), problemas com a pílula convencional, deslocamento do DIU ou do diafragma. Para fazer efeito, deve ser ingerida até 72 horas depois da relação sexual. Se tomada nas 12 primeiras horas, melhor. Com o passar do tempo, a eficácia, que varia de 85% a 90%, pode diminuir.

2 – Bomba de hormônios

O remédio carrega uma elevada carga de progesterona. Isso significa que o ciclo menstrual pode ser alterado, atrapalhando o cálculo do período fértil e a previsão da próxima menstruação. As taxas hormonais são tão afetadas que, nas 48 horas após a ingestão, a mulher pode sentir enjoos, mal-estar, tontura ou dor de cabeça. Em caso de vômito ou diarreia até duas horas depois de ingerida, outra dose da pílula do dia seguinte deve ser administrada.

3 – Hora da ação

Do ponto de vista médico, a pílula do dia seguinte age antes da fecundação, dificultando o encontro do espermatozóide com o óvulo. Se a gravidez já tiver sido consumada, ele não tem mais ação.

4 – Contraindiação

Comprada em drogarias ou distribuída de graça em postos de saúde, com prescrição médica, não deve ser tomada por quem sofre de trombose (coagulação do sangue nas veias, em especial das pernas, que pode migrar para os pulmões e levar à morte). As elevadas taxas de hormônios podem aumentar a coagulação sanguínea.

5 – Não é antioncepcional

Não custa repetir que a pílula do dia seguinte não substitui qualquer outro método contraceptivo nem protege contra doenças sexualmente transmissíveis. Ou seja: nada de trocar a camisinha, a pílula convencional ou qualquer outra forma de proteção pelo método de emergência.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/saude

Há contra-indicação para a anticoncepção de emergência em adolescentes?

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Por admin - em Pílula do Dia Seguinte(PDS) - 14/04/2012

As contra-indicações para o uso da AE em adolescentes são exatamente as mesmas estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde para o uso em mulheres adultas, conforme
consta na resposta da pergunta 11. É importante que se esclareça que não existem contraindicações adicionais ou complementares para o uso da AE nesse grupo etário. Assim, o uso adequado da AE em adolescentes é tão seguro e eficaz, quanto o uso em mulheres adultas.

Conceito – pílula de emergência

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Por admin - em Pílula do Dia Seguinte(PDS) - 13/04/2012

A maioria dos métodos anticonceptivos atua de forma a prevenir a gravidez antes ou durante a relação sexual. A Anticoncepção de Emergência (AE) é um método
anticonceptivo que pode evitar a gravidez após a relação sexual. O método, também conhecido por “pílula do dia seguinte”, utiliza compostos hormonais concentrados e
por curto período de tempo, nos dias seguintes da relação sexual. Diferente de outros métodos anticonceptivos, a AE tem indicação reservada a situações especiais ou de exceção, com o objetivo de prevenir gravidez inoportuna ou indesejada.

Saiba como é feita a Anticoncepção de Emergência

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Por admin - em Pílula do Dia Seguinte(PDS) - 12/04/2012

Há duas formas de oferecer a AE. A primeira, conhecida como regime ou método de Yuzpe, utiliza anticonceptivos hormonais orais combinados (AHOC) de uso rotineiro em planejamento familiar e conhecidos como “pílulas anticoncepcionais”. O método de Yuzpe consiste na administração combinada de um estrogênio e um
progestágeno sintético, administrados até cinco dias após a relação sexual desprotegida. A associação mais estudada, recomendada pela Organização Mundial de Saúde, é a que contém etinil-estradiol e levonorgestrel. Para finalidade de AE, é necessária a dose total de 200g de etinil-estradiol e 1mg de levonorgestrel, divididas em duas doses iguais, a cada 12 horas, ou administradas em dose única. Existem no
mercado AHOC com 50g de etinil-estradiol e 250g de levonorgestrel por comprimido. Nesse caso, utilizam-se 2 comprimidos a cada 12 horas ou 4 comprimidos em dose
única. Pode-se prescrever evanor® ou neovlar®, 2 comprimidos (12/12 horas) ou 4 comprimidos (dose única). Os AHOC com 30g de etinil-estradiol e 150g de
levonorgestrel requerem o uso de 4 comprimidos a cada 12 horas ou 8 comprimidos em dose única. São opções o microvlar® ou nordette®, 4 comprimidos (12/12 horas)
ou 8 comprimidos (dose única) 1, 2, 10, 19, 59
. A segunda forma de realizar a AE é com o uso
de progestágeno isolado, o levonorgestrel, na dose total de 1,5mg, dividida em 2 comprimidos iguais de 0,75mg, a cada 12 horas, ou 2 comprimidos de 0,75mg juntos,
em dose única. Como exemplos comerciais, pode-se prescrever postinor-2®, ou norlevo®, ou pilem®, ou pozato®, ou nogravid®, ou poslov®, 1 comprimido a cada
12 horas ou 2 comprimidos em dose única. Da mesma forma que o método de Yuzpe, o levonorgestrel pode ser utilizado até cinco dias da relação sexual desprotegida. É importante ressaltar que a administração da AE classicamente é
descrita dividindo-se a dose total em duas doses iguais, em intervalos de 12 horas, com a primeira dose iniciada, no máximo, em 72 horas. Contudo, os recentes estudos da Organização Mundial de Saúde oferecem claras evidências de que a dose única de 1,5mg de levonorgestrel é tão eficaz como duas doses de 0,75mg separadas em
intervalos de 12 horas. Também evidenciam efeitos protetores até cinco dias após a relação sexual desprotegida, embora com taxas de falha maiores.