Dica: Use a pílula do dia seguinte só em caso de urgência

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 16-01-2012

O próprio nome já dá o senso de urgência: pílula do dia seguinte. Considerado um método contraceptivo de emergência, em pouco tempo ela se tornou muito popular, principalmente entre as adolescentes que fazem sexo sem preservativo ou uso regular de outro anticoncepcional.
Mas o que muita gente não sabe é que o uso indiscriminado pode trazer prejuízos sérios à saúde da mulher. Apesar de não apresentar contraindicação a nenhum grupo de pacientes, a pílula do dia seguinte pode desregular o ciclo menstrual e causar náuseas e mal-estar, influenciando, no futuro, até mesmo na capacidade de engravidar.
Quando tomar
Se utilizada com parcimônia, a pílula do dia seguinte, que é à base apenas de progesterona, pode evitar uma gravidez indesejada e adiantar a menstruação se for necessário por causa evento importante, como uma viagem de lua de mel ou de formatura. “Receito nos casos em que a menstruação precisa ser adiantada, como quando mulheres sabem que o período menstrual casará com uma viagem importante”, diz a Dra. Ana Paula Junqueira Santiago, ginecologista do Hospital São Camilo.
Em casos extremos, como violência sexual ou rompimento da camisinha, a mulher também deve optar pelo anticoncepcional de emergência. Lembrando apenas que a pílula não exclui o risco de se contrair uma doença sexualmente transmissível pela falta do preservativo em relações entre casais. “Em uma situação emergencial, a mulher pode recorrer à pílula do dia seguinte”, ressalta o Dr. Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês.
Neste caso, o medicamento deve ser tomado o mais rápido possível. Deve-se utilizá-la no máximo até seis horas após a relação, já que a eficácia diminui proporcionalmente à demora em sua administração. “Até 24 horas após a relação, o risco de falhar é menor, mas a paciente pode tomar o medicamento até 72 horas depois”, afirma o médico.
Usar com frequência faz mal
Mesmo nos casos importantes, as pílulas anticoncepcionais de emergência podem gerar desconforto às mulheres provocando náusea e mal-estar. Como o medicamento ingerido contém uma carga alta de progesterona, o organismo pode reagir negativamente. Mas o maior problema está no desequilíbrio do ciclo menstrual. “Em longo prazo, a mulher corre riscos, inclusive, de enfrentar dificuldades para engravidar”, alerta a Dra. Ana Paula.
Não há contraindicação para o uso do anticoncepcional de emergência, mas portadoras de diabetes, hipertensas e vítimas de trombose devem evitar. “Uma gravidez indesejada está em primeiro plano na decisão de tomar a pílula do dia seguinte, mas quem tem problemas de saúde deve redobrar os cuidados nas relações sexuais para não sofrer os possíveis efeitos do método emergencial”, alerta o Dr. Alexandre.
Há quem diga que o método seja abortivo, mas ginecologistas afirmam que o remédio é tomado antes que a concepção aconteça. Como o embrião ainda não chegou ao útero e a pílula atrasa a ovulação, a ascensão do espermatozóide à trompa é dificultada e, por não haver gravidez, portanto, não há aborto.

Hélice
Especial para o Terra

Fonte: http://saudeparaelas.terra.com.br

Pílula do dia seguinte: Como usar

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 06-01-2012

Ao contrário do que muita gente pensa, a pílula do dia seguinte não é um método anticoncepcional e sim uma chance (a mais) de evitar a gravidez caso ocorra alguma falha no método escolhido. Ela só deve ser utilizada em situações de emergência, pois as doses hormonais são muito altas podendo causar efeitos colaterais e riscos a saúde. Para se ter uma idéia, apenas 2 comprimidos da pílula do dia seguinte (dose recomendada após a relação desprotegida) possui o equivalente a meia cartela de pílulas com baixa dosagem hormonal. Ou seja, você ingere em 2 comprimidos o equivalente a meio mês de anticoncepcional.

Saiba sobre a pílula do dia seguinte

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 05-01-2012

Existem grandes duvidas e polemicas sobre a pílula do dia seguinte, ou pílula de emergência. Existem pessoas que encaram o uso desse medicamento como uma espécie de aborto, mas os especialistas asseguram que ela não é abortiva, mas que tem quantidades de hormônios tão grandes que impedem a fecundação do ovulo.

A principal coisa que deve saber sobre a pílula de emergência é que ela não dever ser usada continuamente como a pílula anticoncepcional, pois a quantidade de hormônios contida nas pílulas do dia seguinte são maiores do que a quantidade de hormônio contida em uma cartela de pílula anticoncepcional inteira. E por esse motivo pode causar problemas a saúde da mulher, e se tomado continuamente ele perde a eficácia, o recomendado é que seja tomado no máximo três vezes em um período de doze meses. Somente em caso de emergência mesmo.

Como a pílula do dia seguinte deve ser tomada?
R: A pílula do dia seguinte deve ser tomada em até no máximo 72 horas depois da relação sexual desprotegida, passado este período ela já não tem mais nenhuma eficácia. São dois comprimidos que vem na cartela, o segundo comprimido deve ser tomado 12 horas depois do primeiro que deve estar dentro das 72 horas de eficácia da pílula.

Existem efeitos colaterais? Quais são?
R: Sim existem efeitos colaterais. E eles são muito frequentes, isso ocorre pela grande quantidade de hormônio contido no medicamento. Os efeitos colaterais que podem ou não ocorrer são: vômito, diarréia, dores de cabeça, sensibilidade nos seios e alteração no ciclo menstrual. Aviso se ocorrer vômito ou diarréia até meia hora depois de ter tomado o medicamento, o mesmo deve ser tomado novamente.

A pílula do dia seguinte é 100% eficaz?
R: A pílula do dia seguinte mesmo se tomada corretamente não é 100% eficaz, de cada 100 mulheres que usam esse método 5 engravidam. As porcentagens de eficácia da pílula diminuem a cada hora que se passa após a relação sexual desprotegida. Se a segunda pílula é tomada num período de até 24 horas depois da relação sexual, a porcentagem de eficácia é de 95%. Se a segunda pílula é tomada de 24 á 48 horas depois da relação, a eficácia diminui para 85%. E se a pílula é tomada de 49 á 72 horas depois da relação sexual desprotegida a eficácia diminui para apenas 50%. Se passada ás 72 horas a pílula já não tem mais eficácia.

Abaixo um vídeo que deixa a opinião de um especialista sobre os efeitos da pílula do dia seguinte dentro do organismo feminino.

Fonte: http://temmaisinformacao.com

Pílula do dia seguinte: entenda o que ela faz

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 03-01-2012

A pílula do dia seguinte ainda causa alguma polêmica porque muitos a consideram abortiva. Mas, na verdade, ela age antes que a gravidez ocorra. Tomada até 72 horas depois da relação sexual, ela provoca uma descamação na parede do útero que impede a fixação de um possível óvulo fecundado. Mas se não for tomada dentro desse período, pode não fazer efeito.

O medicamento só deve ser comprado com receita médica e os efeitos colaterais costumam ser acentuados, como náuseas e dores de cabeça fortes. Por isso, deve ser usada apenas como uma forma de contracepção de emergência. Além disso, sua eficiência pode ser menor do que a pílula convencional, que é de 99%. Se tomada até 24 horas, a chance de engravidar é de 1%, mas sobe para 5% em 72 horas.

Pílula de emergência

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 29-12-2011

É uma anticoncepção de emergência, um uso alternativo de contracepção hormonal oral (tomado antes de 72 horas após o coito) evitando-se a gestação após uma relação sexual desprotegida. Este método só deve ser usado nos casos de emergência, ou seja, nos casos em que os outros métodos anticoncepcionais não tenham sido adotados. Este método só protege a relação sexual que antecedeu ao seu uso, ou seja, não protege nas relações futuras. Este contraceptivo contém o levonorgestrel (um tipo de progesterona) que previne a gravidez inibindo a ovulação, fertilização e implantação do blastocisto.

Contracepção de emergência

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 16-12-2011

A contracepção de emergência é geralmente a “pílula do dia seguinte ‘, que é uma droga que impede a ovulação ou fertilização, ou ambos. A pílula contraceptiva de emergência também pode inibir o implante após a fertilização.

Um dispositivo intra-uterino que geralmente é um método de contracepção primário é por vezes utilizado para contracepção de emergência também.

Como o nome indica, estas medidas destinam-se apenas para uso ocasional como emergências após o sexo desprotegido. No Reino Unido, a pílula é conhecida como contracepção de emergência hormonal. Essencialmente, estas pílulas contêm doses mais fortes de estrogênio e progesterona, as mesmas hormonas que fazem parte de pílulas de controle de parto normal ou contraceptivos orais. Quanto maior a dose para prevenir actos de uma gravidez indesejada. A “manhã seguinte” não é rigorosamente verdade como ela é eficaz por até 72 horas após o coito.

Existem dois tipos – apenas progestina ou outro conhecido como o método de Yuzpe, que é uma combinação de ambos. Em ambos os usos, a dose é normalmente tomado dois comprimidos cada 12 horas apesar de tardia, o ex-vem como uma única dose. A progesterona só é mais eficaz e é o geralmente disponível na maioria dos países.

A ação da pílula de contracepção de emergência é dar ao corpo rajadas breves de hormônios sintéticos em níveis altos o suficiente para interromper o padrão normal hormonal necessária para a gravidez. Ele funciona no revestimento do útero e os ovários a gravidez inibindo.

Dependendo da época do ciclo menstrual, quando esta pílula é usada, ela trabalha em uma de três maneiras:

Ela impede a ovulação ou o ovo sair do ovário e se movendo para a trompa de Falópio.
Ele bloqueia os hormônios necessários para o óvulo para ser fertilizado.
Pode impedir que o espermatozóide encontre o óvulo, afetando o revestimento do útero e interferindo com o transporte do esperma.

Como funciona a Contracepção de Emergência?

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 08-12-2011

A contracepção de emergência é geralmente a “pílula do dia seguinte ‘, que é uma droga que impede a ovulação ou fertilização, ou ambos. A pílula contraceptiva de emergência também pode inibir o implante após a fertilização.

Um dispositivo intra-uterino que geralmente é um método de contracepção primário é por vezes utilizado para contracepção de emergência também.

Como o nome indica, estas medidas destinam-se apenas para uso ocasional como emergências após o sexo desprotegido. No Reino Unido, a pílula é conhecida como contracepção de emergência hormonal. Essencialmente, estas pílulas contêm doses mais fortes de estrogênio e progesterona, as mesmas hormonas que fazem parte de pílulas de controle de parto normal ou contraceptivos orais. Quanto maior a dose para prevenir actos de uma gravidez indesejada. A “manhã seguinte” não é rigorosamente verdade como ela é eficaz por até 72 horas após o coito.

Existem dois tipos – apenas progestina ou outro conhecido como o método de Yuzpe, que é uma combinação de ambos. Em ambos os usos, a dose é normalmente tomado dois comprimidos cada 12 horas apesar de tardia, o ex-vem como uma única dose. A progesterona só é mais eficaz e é o geralmente disponível na maioria dos países.

A ação da pílula de contracepção de emergência é dar ao corpo rajadas breves de hormônios sintéticos em níveis altos o suficiente para interromper o padrão normal hormonal necessária para a gravidez. Ele funciona no revestimento do útero e os ovários a gravidez inibindo.

Dependendo da época do ciclo menstrual, quando esta pílula é usada, ela trabalha em uma de três maneiras:

Ela impede a ovulação ou o ovo sair do ovário e se movendo para a trompa de Falópio.
Ele bloqueia os hormônios necessários para o óvulo para ser fertilizado.
Pode impedir que o espermatozóide encontre o óvulo, afetando o revestimento do útero e interferindo com o transporte do esperma.

Efeitos colaterais da contracepção de emergência

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 08-12-2011

Ao falar dos efeitos adversos da contracepção de emergência, um primeiro aspecto que deve ser avaliado é que método de contracepção se utiliza, pois estes efeitos são diferentes em cada um deles, seja o dispositivo intrauterino, a pílula do dia seguinte composta por estrogênios mais progesterona, ou a pílula do dia seguinte que contém unicamente progestagênios. Esta última é la mais utilizada, sendo vendidas com o nomes comerciais: Norlevo, Postinor e Postfemin. Neste informe vamos nos referir exclusivamente a ela. Esta pílula contém como princípio ativo um progestagênio, o levonorgestrel, que se administra em duas doses de 0.75mg, a primeira o mais rápido possível depois da relação sexual e a segunda 12 horas depois da primeira.

Em primeiro lugar, acredito que convém indicar que os efeitos secundários da pílula do dia seguinte, até agora apresentados, são pequenos (N Eng J Med 349; 1832, 2003), mas objetivos, sendo preciso haver uma reavalização dos mesmos. Do mesmo modo, a maioria dos trabalhos se decantam por considerar que o risco/benefício do uso da pílula do dia seguinte é positivo, se considerada especialmente negativa a possibilidade de uma gravidez depois de uma relação sexual esporádica. Por esta razão, já em 1998, foram fabricadas no mundo mais de 1 milhão de cartelas deste tipo de píldoras (Lancet 325; 428, 1998) e na atualidade seu uso está legalizado em mais de 80 países (BMJ 326; 75, 2003).

De forma global pode-se dizer que a metade das usuárias da pílula do dia seguinte apresentam algum efeito colateral negativo (BMJ 325; 1395, 2002), número que outros trabalhos concretam em 12 % das mulheres que a usam (Contraception 64; 17, 2001). Sem dúvida, os efeitos adversos mai freqüentes são náuseas e vômitos, e assim, já em 1990 (Obst Gynecol 76; 552, 1990), em uma avaliação que incluia 12 estudos e mais 4500 mulheres, foram detectadas náuseas em 42 % de elas e vômitos em 16 %. Em outros trabalhos foram detectados mais efeitos. Em uma avaliação de 1998 (Lancet 352; 428, 1998) foram detectadas náuseas (23 %), dor gástrica (17 %), fadiga (17 %), dor de cabeça (16 %), enjôos (11%), aumento da sensibilidade mamária (11 %), vômitos (7 %) e outras alterações (13 %).

Em outro mais recente aparecem: náuseas (15 %), vômitos (15 %), diarréias (3 %), fadiga (13 %), vértigens ou enjôos (20 %), dor de cabeça (10 %), aumento da sensibilidade mamária (8 %), dor abdominal (15 %), sangramento vaginal (31 %) e atraso da menstruação (5 %) (Lancet 370; 1803, 2002). Estes não são efeitos colaterais graves, mas sim objetivos. Por outro lado, é conhecido que os anticoncepcionais orais compostos por estrogênios e progesterona podem aumentar nas usuárias o risco de fenômenos tromboembólicos. Entretanto, a relação com a pílula do dia seguinte, este efeito adverso está menos definido, pois ao administrar somente duas doses do progestagênio, os mesmos parecem escassos. De todas as formas, em um trabalho recente (Contraception 59; 79, 1999), de 73.302 mulheres que receberam 100.615 prescrições da pílula do dia seguinte, entre 1989 e 1996, 19 desenvolveram trombose venosa profunda o embolia pulmonar. Recentemente foram publicados dois informes do “Population Research Institute”, de 5 e 12 de março de 2004 (pri@pop.org), nos quais avaliam os possíveis efeitos colaterais que a pílula do dia seguinte poderia ter nas adolescentes norte-americanas em caso de que a proposta enviada ao FDA (Foods and Drug Administration), pela firma comercial “Women’s Capital Corporation/Barr Laboratories”, para legalizar sua distribuição, fora aprovada.

Além dos efeitos colaterais anteriormente referidos, como reconheceram David A. Grimes, um dos oito promotores do plano apresentado por aquela firma comercial ao FDA, “o uso repetido da pílula do dia seguinte pode alterar seriamente o ciclo feminino”, o que poderia dificultar na usuária a distinção entre um atraso menstrual por irregularidades do ciclo ou uma gravidez. Também sugerem, que como ocorreu em outros países, o uso da pílula do dia seguinte pode aumentar o número de relações sexuais, ao trivializá-las, o que poderia favorecer o aumento de doenças sexualmente transmissíveis. Do mesmo modo, em um recente informe publicado pela Secretaria do Comitê de Atividades Provida dos Bispos norte-americanos (www.usccb.org/ogc/ec-fda.htm), referente ao plano anteriormente comentado para introduzir o uso da pílula do dia seguinte nos Estados Unidos, comentam alguns dos efeitos colaterais que o uso desta pílula pode tr, referindo-se, além dos efeitos colaterais, o aumento do risco de gravidez ectópico, citando que no Reino Unido foram detectadas duas gestações ectópicas entre 201 gestações inesperados depois de utilizar a pílula do dia seguinte (Chief Medical Officer’s Update nº 35, January 2003).

Algo semelhante ocorreu na Nova Zelândia, pelo que o Centro de Controle de Efeitos Colaterais deste país, fez chegar aos que receitam estes fármacos a sugestão de que “lembram as mulheres a possibilidade de uma gravidez ectópico, se depois de tomar a pílula do dia seguinte se produz um gravidez inesperado (Contraception 50;544,1994). De todas formas ao avaliar os efeitos adversos que a pílula do dia seguinte pode ter, é preciso considerar um aspecto que parece de inegável interesse. Como já foi dito, este tipo de pílula contém uma dose de progestagênio (75mg) 20 vezes maior que a pílula anticoncepcional comum. Por outro lado, está começando a ser utilizada por muitas mulheres, especialmente adolescentes, como um método anticoncepcionais a mais; quer dizer, não utilizam habitualmente nenhum método anticoncepcional dos usados, e se têm alguma relação sexual, das denominadas “desprotegidas”, recorre à contracepção de emergência. Por isso, é recorrente que muita mulheres, utilizem a pílula do dia seguinte depois mais de uma vez ao ano, inclusive algumas chegama três ou quatro. Como conseqüência desta prática estas mulheres estão submetendo seu organismo a choques hormonais muito fortes. Neste sentido não é se sabe em que medida isto pode afetá-las, especialmente às adolescentes. É algo que deverá ser avaliado em estudos realizados a longo prazo.

Fonte: http://www.acidigital.com/vida/pilula/efeitos.htm

Pílula do dia seguinte: explicação

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 30-11-2011

A pílula anticoncepcional de emergência impede ou retarda a ovulação, além de diminuir a capacidade de os espermatozoides fecundarem o óvulo. Esse método não é abortivo, porque não interrompe uma gravidez já estabelecida.

A pílula do dia seguinte não deve ser usada como anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo outro método. O uso frequente deve ser evitado, pois um único comprimido equivale à metade de uma cartela convencional. Pode ser tomada até 72 horas depois da relação desprotegida, mas, quanto antes, maior é a eficácia.

O mais garantido é se prevenir em dobro, pois todos esses métodos anticoncepcionais citados acima não protegem contra nenhuma doença. Por isso, usar camisinha é muito importante, e o melhor é combiná-la com uma dessas técnicas para prevenir a gravidez.

 

Dica breve: como funciona a pílula do dia seguinte

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Posted by admin | Posted in Pílula do Dia Seguinte(PDS) | Posted on 14-11-2011

Há uma grande variedade de métodos contraceptivos e a pílula do dia seguinte é um deles. Esse medicamento deve ser utilizado em casos de emergência, já que o se consumo freqüente pode resultar em danos para o organismo feminino.

Para que a pílula possa fazer efeito e impedir uma gravidez, ela ceve ser consumida até 72 horas após a relação sexual. Uma dose desse medicamento é composta por duas pílulas e esse método é normalmente utilizado quando outros contraceptivos falham, como é o caso da camisinha.

Os especialistas garantem que a pílula do dia seguinte tem 89% de eficiência, por isso é uma alternativa viável. Depois de consumir o medicamento, a mulher costuma ter alguns efeitos colaterais, como enjôos e mal-estar.

Fonte: http://www.estilohype.net