15 perguntas e respostas para mitos freqüentes envolvendo a pílula

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Posted by admin | Posted in Mito, anticoncepcional | Posted on 21-06-2010

Pílula engorda? Dá varizes? Prejudica a pele e os cabelos? Piora o humor? As dúvidas são tantas que muitas vezes é difícil separar os fatos dos mitos. A seguir, apresentamos algumas das questões mais comuns envolvendo a Pílula:

01 – Parar de tomar pílula pode causar acne.
Verdade. Os androgênios (hormônios masculinizantes) têm sido implicados na etiologia da acne vulgar, possivelmente por intensificar a hiperceratose folicular. Os ACOs reduzem os níveis sangüíneos de androgênios e, dessa forma, podem colaborar para diminuir a gravidade da acne. Por outro lado, com não existem verdades absolutas na medicina, em algumas raras mulheres a acne pode ser um efeito colateral da pílula.

02 – Alguns remédios podem anular o efeito do anticoncepcional.
Verdade. Sabe-se que a ampicilina, por exemplo, um antibiótico bastante comum e utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringo-amigdalites e pneumonias, entre outros, pode reduzir a eficácia dos ACOs. Ainda, várias drogas anti-convulsivantes (utilizadas no tratamento de diversas formas de epilepsia) podem diminuir a eficácia dos anticoncepcionais orais. Nesses casos, a mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.

03 – Mulheres que usam pílula têm maior risco de câncer de mama e de útero.
Vamos por partes. O risco de câncer de mama é praticamente o mesmo entre usuárias e não-usuárias de ACOs. Nos tumores malignos do endométrio (camada mais interna do útero) e do ovário, a pílula exerce um efeito protetor – as usuárias de ACOs apresentam metade do risco de câncer de endométrio e ovário das não-usuárias.

Entretanto, o uso de contraceptivos orais por mulheres jovens parece associar-se ao surgimento de miomas uterinos (tumores benignos) na pré-menopausa, mas são necessários outros fatores reprodutivos (a pílula não leva a culpa sozinha…).

Quanto à relação entre câncer de cérvice uterina e uso de ACOs, parece não existir consenso – alguns estudos indicam um aumento na incidência, mas nada está definitivamente comprovado.

04 – Pílula engorda.
Ainda que o ganho de peso esteja entre as queixas mais comuns das mulheres que utilizam ACOs, estudos mostraram que isto pode não ser completamente verdadeiro. Uma pesquisa recente avaliou a variação de peso de 128 mulheres em uso de contraceptivos orais durante 4 meses e descobriu que 72% das pacientes não apresentaram qualquer alteração de peso no final do período. Assim, queixar-se de ganho de peso já não é a melhor desculpa para interromper o uso da pílula…

05 – Pílula faz mal para o cabelo.
Não existem evidências científicas comprovando este fato.

06 – A pílula me encheu de varizes.
Os ACOs possuem diversos efeitos sobre o sistema cardiovascular e é possível que estejam envolvidos de alguma forma no desenvolvimento de teleangiectasias (varizes), mas as pesquisas produziram resultados controversas até o momento.

07 – Depois que comecei a tomar a pílula, meu humor mudou.
Podem ocorrer náuseas, dor de cabeça, dor nos seios, sangramentos vaginais irregulares e depressão nos primeiros meses de uso da Pílula, mas estes efeitos colaterais freqüentemente cessam após alguns meses.

08 – A Pílula pode ser usada no tratamento da endometriose.
ACOs realmente fazem parte do tratamento não-cirúrgico desta doença. Progestinas isoladamente podem ser úteis e são a primeira escolha de muitos especialistas.

09 – Depois que comecei a tomar a pílula, não tive mais cólicas menstruais.
A menstruação dolorosa (chamada de dismenorréia pelos médicos) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam. Por isso, os ACOs podem ser úteis em 70-80% dos casos de dismenorréia. Quando a pílula é suspensa, as mulheres geralmente sentem a mesma intensidade de dor que apresentavam antes do seu uso.

Todavia, alguns ACOs podem estar associados à ocorrência de hipermenorréia (menstruação muito volumosa e intensa) e a falta de controle de problemas no ciclo menstrual, caracterizada principalmente por sangramentos irregulares e menstruações dolorosas, são problemas comuns enfrentados por algumas usuárias de contraceptivos orais, sendo uma das principais razões de suspensão do uso – cerca de 1/3 das mulheres em uso de ACOs apresentam sangramentos (spottings)intermenstruais.

10 – Mulheres que tomam Pílula demoram mais para engravidar quando param.
Verdade. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam o uso de ACOs leva mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, mas não parece haver prejuízo da fertilidade como um todo.

11 – Com o tempo, a Pílula ajuda a proteger os ossos.
Algumas pesquisas têm mostrado que o uso de altas doses de ACOs em mulheres após a menopausa diminui o risco de fraturas e suspeita-se que seu uso possa melhorar a densidade mineral óssea em mulheres jovens, mas faltam maiores comprovações científicas.

12 – Mulheres com doença falciforme não podem tomar Pílula.
Mulheres com drepanocitose (doença falciforme) freqüentemente não fazem uso de contraceptivos orais contendo estrogênio e progesterona, pois preocupam-se com a possibilidade dos hormônios piorarem a doença. Estudos laboratoriais não encontraram evidências comprovando este temor.

13 – Mulheres com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) não devem tomar Pílula.
Verdade. Os contraceptivos orais podem precipitar episódios de LES em mulheres portadoras desta doença.

14 – Tenho mais de 40 anos e acabei de ter minha última menstruação. Não preciso mais tomar pílula.
Perigo! Este tipo de comportamento está arriscado a ser premiado com uma gravidez indesejada. Nas mulheres que estão entrando na menopausa, recomenda-se o uso de ACOs por 12 meses após a última menstruação.

15 – A Pílula pode piorar a asma.
Mentira. As alterações nos níveis hormonais parecem ter um papel importante na gravidade da asma nas mulheres e cerca de 30 a 40% das mulheres apresentam flutuações na gravidade das crises relacionadas ao ciclo menstrual. A crise tende a ocorrer três dias antes e durante os quatro dias da menstruação. Os anticoncepcionais orais podem ajudar estes casos, nivelando as flutuações hormonais.

Mito e verdade a respeito do anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Mito, anticoncepcional | Posted on 09-06-2010

A PÍLULA ENGORDA – MITO
A pílula não engorda. A pílula não é anabolizante e não aumenta o apetite, na grande maioria dos casos. As mulheres que aumentam de peso com a pílula, engordam com muita facilidade e todas as razões são invocadas para o justificar. O aumento ponderal devido à gordura pode ocorrer em algumas mulheres por razões variadas mas fundamentadas numa sensibilidade individual.

A PÍLULA TEM EFEITOS SECUNDÁRIOS – VERDADE
Não há nenhum fármaco que não tenha efeitos secundários potenciais, mas a pílula é muito bem tolerada. A pílula de hoje quase não tem efeitos secundários, é o método contraceptivo mais eficaz para evitar a gravidez não desejada e preservar a fertilidade para quando o casal o desejar. Nada existe que não tenha inconvenientes, contudo, os benefícios da pílula ultrapassam largamente os seus eventuais riscos e defeitos.

A PÍLULA DIMINUI A FERTILIDADE – MITO
Não, a pílula é o método reversível que melhor preserva a capacidade fértil da mulher. As infecções, causa frequente de esterilidade, são menos frequentes nas mulheres que tomam a pílula. Os tumores do ovário são também menos frequentes na mulher que toma a pílula.

O TABACO REDUZ A EFICÁCIA DA PÍLULA – MITO COM PRECAUÇÃO
O tabaco não reduz a eficácia da pílula, mas a associação pílula/tabagismo é perigosa, porque a pílula potencializa os efeitos nocivos do tabaco no sistema cardiovascular. Com a associação, o enfarte do miocárdio é mais frequente. A combinação do tabagismo com a pílula potencia o respectivo risco de acidentes vasculares e tromboembólicos.

A PÍLULA DIMINUI A LÍBIDO – MITO
É outro grande mito. Há uma minoria de casos onde isso se verifica. Se aprofundarmos a história dessas mulheres vamos constatar que num elevado número de casos o desempenho sexual já não era muito satisfatório, já havia disfunção que não era tão valorizada. A pílula pode ser um pretexto e como tal, mudar de marca, via de administração ou de método pode ajudar.

Mito ou verdade: o anticoncepcional só pode ser tomado com água

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Posted by admin | Posted in Mito | Posted on 15-02-2010

MITO

Justificativa:

*Pode tomar com o que você quiser.O que deve procurar é um horário que seja após uma refeição, evitando com isso tomar a pílula com o estômago vazio, o que poderá provocar um dos efeitos colaterais mais comuns no uso da pílula anticoncepcional hormonal, que é o ENJÔO.

*É mito, não é preciso tomar com água. O que garante a eficacia da pilula é tomá-la DIARIAMENTE e SEMPRE no mesmo horário!

*Isso não existe. A pílula anticoncepcional é feita de um ou mais hormonios e nada pode alterar seu efeito uma vez ingerida, ou seja ,nem mesmo bebida alcoólica interfere em sua absorção ou efeito, no entanto certas precauções do fabricante devem ser observadas com tomar sempre no mesmo horário ,etc .Por isso fique tranquilo medicações hormonais não sofrem interferência de absorção ou efeito se tomadas ou ingeridas com qualquer alimento.

*O organismo se encarrega de absorver os hormônios contidos no anticoncepcional mesmo com leite, suco,etc.Basta tomar todos os dias, no horário certo, e isso garante 99% de proteção.

*Um grande mito.A pílula pode ser tomada com qualquer liquido não alcoólico,e se quiser engolir a pílula sem nada também pode.

*O certo seria tomar com água. Mas se não for possível, pode tomar com refrigerante ou leite que não vai diminuir a eficácia da pílula.

*Na verdade a água é o líquido mais interessante. Não existe problema em se tomar com leite,mas dê preferência à água

Fonte:www.semprefeminina.com.br

Mito ou verdade: Anticoncepcional dificulta gravidez

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Posted by admin | Posted in Mito | Posted on 15-02-2010

Com certeza, você tem uma amiga ou conhece uma mulher que atribui ao uso da pílula anticoncepcional a dificuldade para engravidar. Um estudo recente, publicado na revista científica Fertility and Sterility, esclarece o “mito”: os contraceptivos orais não influenciam na fertilidade feminina.

A crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar, depois de interromper o uso dos contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. Mas isso não é verdade.

Muitas mulheres realmente têm problemas de infertilidade e só vão descobrir o fato quando param de tomar a pílula. Estes problemas não têm nada a ver com a pílula.

Se o problema da infertilidade for investigado e descartado, a mulher pode ter, inicialmente uma certa dificuldade para engravidar. O que é normal e revertido em pouco tempo, após a interrupção do uso do remédio.

Depois de parar com a pílula, o corpo da mulher demora alguns meses para ser acostumar com a nova situação. O ovário precisa voltar a funcionar, o que pode levar de 1 a 3 meses, em média, quando há uma reorganização do ciclo menstrual da mulher.

E se a gravidez não vier?

Com a interrupção do uso da pílula anticoncepcional, a gravidez deve vir naturalmente em até um ano. Se após doze meses tentando engravidar naturalmente, o casal não obtiver sucesso, é necessário realizar uma avaliação médica conjunta. Um urologista e um ginecologista deverão ser procurados, ao mesmo tempo, para a realização de exames físicos no homem e na mulher.

Se após a realização dos exames de praxe nenhum sinal de infertilidade for diagnosticado, o casal é orientado a praticar o sexo programado. Diante do arsenal terapêutico oferecido pela reprodução assistida, o coito programado é a técnica menos arrojada, menos tecnológica, mas é exatamente a partir deste ponto que devemos começar a investigar e a tratar a infertilidade.

O tratamento consiste em acompanhar o ciclo menstrual da mulher, monitorando a ovulação por meio de exames de ultra-som seriados e dosagens dos níveis de hormônios no sangue e na urina. Em alguns casos, o ginecologista pode estimular os ovários com medicamentos. O objetivo é aumentar a precisão do dia fértil.

Para aumentar as chances de gravidez, o casal deve manter relações sexuais em dias alternados, a partir do primeiro dia da ovulação. Se ela for induzida, o medicamento leva entre 36 e 48 horas para agir. Isso significa que, quando aplicado pela manhã, o ideal é que o encontro sexual aconteça à tarde e na noite do dia seguinte. Não existe, portanto, uma hora exata para engravidar e, sim, o dia exato. Basta que, à medida do possível, o médico ajuste o coito programado ao cotidiano do casal. 

Fonte:yahoo

15 mitos sobre o anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Mito | Posted on 14-01-2010

Parar de tomar pílula pode causar acne?

Sim, pode. Os androgênios (hormônios masculinizantes) têm sido implicados na etiologia da acne vulgar, possivelmente por intensificar a hiperceratose folicular. Os ACOs reduzem os níveis sangüíneos de androgênios e, dessa forma, podem colaborar para diminuir a gravidade da acne. Por outro lado, com não existem verdades absolutas na medicina, em algumas raras mulheres a acne pode ser um efeito colateral da pílula.

Certos remédios podem anular o efeito do anticoncepcional?

Sim. Sabe-se que a ampicilina, por exemplo, um antibiótico bastante comum e utilizado no tratamento de infecções urinárias, faringo-amigdalites e pneumonias, entre outros, pode reduzir a eficácia dos ACOs. Ainda, várias drogas anti-convulsivantes (utilizadas no tratamento de diversas formas de epilepsia) podem diminuir a eficácia dos anticoncepcionais orais. Nesses casos, a mulheres devem se certificar de que o contraceptivo oral escolhido contenha pelo menos 50 microgramas de etinil-estradiol ou mestranol.

Mulheres que usam pílula têm maior risco de câncer de mama e de útero?

Vamos por partes. O risco de câncer de mama é praticamente o mesmo entre usuárias e não-usuárias de ACOs. Nos tumores malignos do endométrio (camada mais interna do útero) e do ovário, a pílula exerce um efeito protetor – as usuárias de ACOs apresentam metade do risco de câncer de endométrio e ovário das não-usuárias.

Entretanto, o uso de contraceptivos orais por mulheres jovens parece associar-se ao surgimento de miomas uterinos (tumores benignos) na pré-menopausa, mas são necessários outros fatores reprodutivos (a pílula não leva a culpa sozinha…).

Quanto à relação entre câncer de cérvice uterina e uso de ACOs, parece não existir consenso – alguns estudos indicam um aumento na incidência, mas nada está definitivamente comprovado.

Pílula engorda?

Ainda que o ganho de peso esteja entre as queixas mais comuns das mulheres que utilizam ACOs, estudos mostraram que isto pode não ser completamente verdadeiro. Uma pesquisa recente avaliou a variação de peso de 128 mulheres em uso de contraceptivos orais durante 4 meses e descobriu que 72% das pacientes não apresentaram qualquer alteração de peso no final do período. Assim, queixar-se de ganho de peso já não é a melhor desculpa para interromper o uso da pílula…

Pílula faz mal para o cabelo?

Não existem evidências científicas comprovando este fato.

A pílula aumenta o risco e o número de varizes?

Os ACOs possuem diversos efeitos sobre o sistema cardiovascular e é possível que estejam envolvidos de alguma forma no desenvolvimento de teleangiectasias (varizes), mas as pesquisas produziram resultados controversas até o momento.

A pílula pode alterar o humor?

Podem ocorrer náuseas, dor de cabeça, dor nos seios, sangramentos vaginais irregulares e depressão nos primeiros meses de uso da Pílula, mas estes efeitos colaterais freqüentemente cessam após alguns meses.

A Pílula pode ser usada no tratamento da endometriose?

ACOs realmente fazem parte do tratamento não-cirúrgico desta doença. Progestinas isoladamente podem ser úteis e são a primeira escolha de muitos especialistas.

A Pílula alivia as cólicas menstruais?

A menstruação dolorosa (chamada de dismenorréia pelos médicos) é menos freqüente nas mulheres que não ovulam. Por isso, os ACOs podem ser úteis em 70-80% dos casos de dismenorréia. Quando a pílula é suspensa, as mulheres geralmente sentem a mesma intensidade de dor que apresentavam antes do seu uso.

Todavia, alguns ACOs podem estar associados à ocorrência de hipermenorréia (menstruação muito volumosa e intensa) e a falta de controle de problemas no ciclo menstrual, caracterizada principalmente por sangramentos irregulares e menstruações dolorosas, são problemas comuns enfrentados por algumas usuárias de contraceptivos orais, sendo uma das principais razões de suspensão do uso – cerca de 1/3 das mulheres em uso de ACOs apresentam sangramentos (spottings) intermenstruais.

Mulheres que tomam Pílula demoram mais para engravidar quando param?

Verdade. O retorno à fertilidade em mulheres que interromperam o uso de ACOs leva mais tempo quando comparado às mulheres que interromperam outros métodos contraceptivos, mas não parece haver prejuízo da fertilidade como um todo.

A Pílula ajuda a proteger os ossos?

Algumas pesquisas têm mostrado que o uso de altas doses de ACOs em mulheres após a menopausa diminui o risco de fraturas e suspeita-se que seu uso possa melhorar a densidade mineral óssea em mulheres jovens, mas faltam maiores comprovações científicas.

Mulheres com doença falciforme podem tomar Pílula?

Mulheres com drepanocitose (doença falciforme) freqüentemente não fazem uso de contraceptivos orais contendo estrogênio e progesterona pois preocupam-se com a possibilidade dos hormônios piorarem a doença. Estudos laboratoriais não encontraram evidências comprovando este temor.

Mulheres com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) podem tomar Pílula?

Os contraceptivos orais podem precipitar episódios de LES em mulheres portadoras desta doença. Por este motivo, a pílula não é recomendada em mulheres com LES.

Tenho mais de 40 anos e acabei de ter minha última menstruação. Ainda preciso tomar pílula?

Sim, pois parar com a pílula pode resultar em uma gravidez indesejada. Nas mulheres que estão entrando na menopausa, recomenda-se o uso de ACOs por 12 meses após a última menstruação.

A Pílula pode piorar a asma?

Não. As alterações nos níveis hormonais parecem ter um papel importante na gravidade da asma nas mulheres e cerca de 30 a 40% das mulheres apresentam flutuações na gravidade das crises relacionadas ao ciclo menstrual. A crise tende a ocorrer três dias antes e durante os quatro dias da menstruação. Os anticoncepcionais orais podem ajudar estes casos, nivelando as flutuações hormonais.

Fonte:http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&Search=anticoncepcional&LibDocID=5281