Enxaqueca e uso de anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 23-04-2012

A causa não é bem conhecida, mas muitas muheres que sofrem de enxaqueca veem os sintomas aumentarem com o uso da pílula. Isso acontece com mais frequência com aquelas que sofrem de enxaqueca com aura (distúrbios visuais, como flashs de luz, pontos escuros na visão, formigamento, dificuldade em falar…). Algumas também notam que as dores aparecem ao iniciar ou trocar a pílula e percebem uma melhora após o período de adaptação do organismo ao hormônio. Mas se sentir dores muito fortes, procure o médico.

* O que fazer neste caso: a mulher pode fazer um teste com as marcas com baixa dosagem. Mas, se persistirem as crises, não tem jeito, é melhor trocar de método.

Pílula com estrogênio pode causar manchas na pele

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 22-04-2012

As versões de anticoncepcional com estrogênio podem causar manchas em quem já tem predisposição, combinadas com exposição ao sol. O que acontece é que o estrógeno estimula a produção de melanina, responsável pela pigmentação.

* O que fazer: usar pílula de progesterona, proteger0se do sol ou evitar a exposição solar.

O uso de anticoncepcional pode causar aumento da pressão sanguínea

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 21-04-2012

As pílulas podem elevar ligeiramente a pressão porque os hormônios da sua composição provocam uma leve contração nos vasos sanguíneos. Com o tempo, isso pode enrijecê-los, aumentando as chances de um acidente vascular cerebral (AVC). A pressão alta, a longo prazo, também causa danos em outras partes do corpo, como os rins.

* O que fazer: se sua pressão é normal, não há com o que s epreocupar. Se ela for alta, o melhor é considerar outra forma de contraceptivo. Caso a opção seja mesmo a pílula, é indicado optar por uma com dosagem mais baixa ou as que tenham apenas progesterona.

Câncer: efeito colateral do uso do anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 21-04-2012

Evidências científicas sugerem que o uso de pílula por longos períodos – acima de 10 anos – aumenta as chances de c6ancer, como o cervical e o de fígado. Em contrapartida, reduz-se o risco de outros tipos, como o de ovário e endométrio. COm relação ao de mama, não são conclusivos.

* O que fazer: pessoas com antecedentes de câncer na família, principalmente cervical e de fígado, devem optar por outro método. Como os riscos aumentam depois de 10 anos, alguns médicos indicam que seu uso seja intercalado com o DIU, por exemplo. Caso aconteça alguma gravidez – o que já força a pausa – o perigo é menor.

Conheça os prós e contras de cada anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 17-04-2012

Em cápsula, adesivo, injeção implante ou anel. Atualmente, são muitas as opções de anticoncepcionais disponíveis no mercado, pois sua popularização vai além da simples função de prevenir uma gravidez indesejada. Com a evolução da medicina, a manipulação dos hormônios presentes em sua formulação também passou a ser muito eficaz no combate aos sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e no controle da menstruação. Mas será que todos eles se adaptam ao seu corpo?
É importante que toda mulher saiba: o organismo de cada uma de nós reage de forma distinta a cada anticoncepcional, pois a individualidade de cada uma, seja pela rotina ou por suas condições de saúde, é que irão determinar se a adaptação ao medicamento irá ser tranquila ou não.
Por isso, por mais que tenha tido notícia sobre o anticoncepcional da moda usado e recomendado pelas celebridades, a ordem é procurar um ginecologista que irá avaliar seu perfil e indicar a melhor opção para você. “A consulta a um médico é essencial, pois ele decide com a paciente o método adequado. No caso de alguma patologia, ela pode ter restrições e isso deve ser levado em conta na escolha do anticoncepcional”, alerta o Dr. Fábio Laginha, ginecologista do Hospital Nove de Julho.
Conheça, a seguir, alguns métodos anticoncepcionais femininos e entenda os prós e contras de cada um.
Que tal uma picada?
O método da injeção anticoncepcional pode ser dividido em dois tipos: a só com o hormônio progesterona, que pode ser aplicada mensal ou trimestralmente, e a injeção que combina progesterona e estrogênio, aplicada uma vez ao mês. “O método é de alta segurança para a paciente contra a concepção. E, para aquelas mulheres que se esquecem de tomar uma pílula por dia, pode ser mais fácil”, indica o Dr. Giovanni Favero, ginecologista do Hospital Oswaldo Cruz.
Aplicada em mulheres com vida sexual ativa de qualquer idade, não é opção para quem tem medo de agulhas. Ela pode gerar incômodo nessas pacientes. Outro ponto negativo é a retenção hídrica e o aumento de peso. “A injeção só de progesterona, aplicada uma vez a cada três meses tende a gerar, em longo prazo, aumento de peso”, esclarece Fábio. Giovanni completa que o método também pode desagradar mulheres que consideram importante menstruar, pois costuma interromper não só a ovulação, mas também o fluxo menstrual.
É importante ressaltar os próprios fabricantes das pílulas afirmam que podem ocorrer incômodos, como sangramento irregular, depressão, sensibilidade nos seios, dor de cabeça, reação alérgica e até atraso na capacidade de engravidar após parar de ser usada.
Um comprimido por dia
Existem alguns tipos de pílulas anticoncepcionais que podem ser ingeridas via oral com diferentes dosagens de hormônios. Além disso, também é possível optar por cartelas de 21, 24 ou 28 comprimidos, esta última sem pausa no consumo.
É considerado um método bastante eficaz, já que entre seus pontos positivos estão o controle da menstruação, o menor fluxo sanguíneo durante o período menstrual e a diminuição de cólicas menstruais.
Um dos motivos que pode desestimular o uso é a necessidade de lembrar todos os dias, mais ou menos no mesmo horário, de tomar a pílula. Além disso, por ser de uso oral, a pílula passa pelo fígado, podendo gerar desconforto gástrico. Entre os demais pontos negativos, sabe-se que a pílula pode causar cefaléia, enxaqueca, dores nas mamas, secura vaginal, diminuição da libido, aumento da pressão arterial, náusea, ganho ou perda de peso, alterações no humor, acne e sangramento irregular.
Cole um adesivo
O método é baseado em dois hormônios: progesterona e estrogênio. Pode ser manipulado pela própria mulher e colado no local do corpo que ela preferir, de preferência onde possa verificar constantemente se está intacto ou não. O adesivo deve ser trocado semanalmente e, a cada três semanas, é feita uma pausa para a menstruação.
Como o hormônio é liberado na pele e não passa pelo fígado, o adesivo é procurado por mulheres que têm desconforto com as pílulas anticoncepcionais. Além disso, também é indicado para mulheres que sofrem de cólicas no período menstrual. “Um ponto positivo do método é sua capacidade de regular muito bem o ciclo e poder ser interrompido a qualquer momento,” compara Giovanni.
O adesivo não costuma gerar efeitos negativos, mas algumas pacientes não se adaptam ao fato de ter um material colado na pele, podendo apresentar reações alérgicas. “O custo um pouco mais elevado que as pílulas também pode ser outro ponto negativo”, diz.
Implante em baixo da pele
No formato de bastonete, o implante subdérmico é baseado somente na progesterona e só pode ser manipulado por um especialista. Por meio de uma pequena incisão, normalmente na parte interna do antebraço, o material é colocado sob a pele. “Para aquelas mulheres que não querem tomar diariamente a pílula e preferem um método que fique mais tempo no organismo, o implante é bastante indicado, pois tem eficácia de até dois anos após a colocação”, explica o Dr. Giovanni.
O custo do material somado ao valor do procedimento pode ser considerado alto se houver comparação com os outros métodos. Pacientes que não se adaptarem precisam marcar consulta médica para realizar a retirada, o que pode ser também um incômodo. Além disso, pode provocar acne, cefaleia, aumento de peso, endurecimento e dor nas mamas, sendo ainda contraindicado para mulheres que têm sangramento irregular.

Fonte: http://saudeparaelas.terra.com.br/

Dois tipos de anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 30-03-2012

1- As que contém pequenas doses de progesterona devem ser administradas diariamente, sem que haja interrupção. Elas podem ser usadas na amamentação pois não interrompem a lactação. O problema é que elas não bloqueiam a ovulação e por isso a eficácia como anticoncepcional é menor.

2-As pílulas que contém estrogênio e progesterona e que, ao invés de serem interrompidas como de costume, são administradas de forma contínua. O uso contínuo por 2 ou 3 meses pode ser útil em caso de viagens. O problema é que após 3 a 5 meses de uso seguido, pode ocorrer hemorragia. O uso contínuo costuma causar os mesmos efeitos colaterais das pílulas normais como dor de cabeça, retenção de líquido e raramente hipertensão

SUS oferece oito opções de métodos contraceptivos

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 28-03-2012

Nos dias de hoje, muitas mulheres optam por adiar os planos da maternidade e outras fazem a escolha de não ter filhos. Para todas elas, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece oito opções de métodos contraceptivos, para que ela possa escolher a maneira mais confortável de planejar quando, como e se vai ter filhos.

O Ministério da Saúde reforçou sua política de planejamento familiar aumentando o acesso a vasectomias e laqueaduras, além da ampliação da distribuição de preservativos e dos outros métodos contraceptivos. Atualmente, as mulheres em idade fértil podem escolher entre os métodos: injetável mensal, injetável trimestral, minipílula, pílula combinada, diafragma, pílula anticoncepcional de emergência (ou pílula do dia seguinte), Dispositivo Intrauterino (DIU), além dos preservativos.

De forma geral, a pílula anticoncepcional e o DIU são os dois procedimentos mais procurados pelo público feminino no país. Somente em 2010, o governo federal adquiriu 49,3 milhões de cartelas da pílula anticoncepcional para distribuição. Além disso, foram adquiridas 600 mil unidades de DIU no ano passado.

A coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher, do Ministério da Saúde, Esther Vilela, explica que os centros de saúde precisam estar prontos para fornecer às mulheres todas as informações necessárias sobre os métodos disponíveis. Segundo ela, é preciso aumentar o acesso à informação, para que a mulher se sinta segura na hora de fazer a sua escolha. “Hoje, nós estamos investindo muito no acesso à informação correta para que as mulheres busquem os seus direitos quando chegarem nos postos de saúde e para que elas lutem pelos seus direitos”, afirma.

A coordenadora ressalta que uma das estratégias do programa Rede Cegonha foi implantar o teste rápido de gravidez nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Com isso, tanto a mulher que desejava engravidar, quanto aquela que não planejou a gravidez, podem receber orientação adequada no momento do resultado. “Todos os casos precisam de uma abordagem imediata para que ela tenha acesso aos cuidados mais corretos e seguros”, ressalta a coordenadora.

Para as mulheres e os casais que não desejam ter filhos, o Ministério da Saúde oferece ainda vasectomia e laqueadura. A decisão por algum destes métodos precisa ser bem pensada, já que são de difícil reversão. “Caso a mulher queira fazer a laqueadura de trompas, ela é encaminhada para uma reunião do planejamento familiar. Ela vai com o parceiro e os dois participam de uma reunião onde definem os prós e contras da decisão. Como em alguns casos a mulher só tem acesso à informação da laqueadura de trompas, na reunião, ela fica sabendo de outros métodos que podem ser tão eficazes quanto, e podem ser menos invasivos”, explica a coordenadora.

Esther Vilela chama atenção para o fato de que as mulheres devem sempre trazer o parceiro para o centro de todas as decisões: “ a escolha de ter ou não filho e quando isso deve acontecer diz respeito à vida dos dois. A responsabilidade de fazer a opção não deve ser só da mulher, precisa ser dividida sempre com seu companheiro”, ressalta.

Fonte: http://portalsaude.saude.gov.br

Principais efeitos secundários e complicações do anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 27-03-2012

- Efeitos secundários:

* Alterações de humor;
* Náuseas, vômitos e mal-estar gástrico;
* Cefaléia;
*Tonteira;
* Mastalgia;
* Sangramento intermenstrual;
* Cloasma

- Complicações:

*Acidente vascular cerebral.
*Infarto do miocárdio.
*Trombose venosa profunda.
*Todas essas complicações acontecem com maior freqüência em fumantes de qualquer faixa etária

Medicamento: pílula anticoncepcional

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 25-03-2012

O medicamento é fabricado a partir da síntese do estrógeno e da progesterona, hormônios produzidos nos ovários. A ingestão diária “engana” o organismo, que passa a acreditar que já há uma gravidez. Portanto, interrompe-se a produção de novos óvulos.

Ao longo do tempo, as pílulas anticoncepcionais mudaram. As primeiras continham doses muito elevadas de estrógeno e progesterona, causando muitos efeitos colaterais. Com a evolução, a dose de hormônios diminuiu, reduzindo as respostas adversas do organismo ao medicamento.

Outro medo de muitas mulheres, o de encontrar dificuldade para engravidar quando parar de tomar o medicamento, é infundado. A pílula, afirma, não interfere na fertilidade feminina, pois esse anticoncepcional não tem efeito cumulativo no organismo. O mito de que ela atrapalha o processo de gestação é alimentado pelas mulheres que têm problemas de fertilidade, e que só descobrem isso quando param de tomar o comprimido.

Pílula hormonal: saiba mais

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Posted by admin | Posted in Anticoncepcional | Posted on 24-03-2012

A pílula contém hormônios que evitam a liberação do óvulo. O médico é quem orienta qual pílula deve ser usada. No caso da pílula combinada, o primeiro comprimido é tomado no primeiro dia da menstruação, ou seja, quando começar o sangramento você toma uma pílula, depois uma a cada dia no mesmo horário, até terminar a cartela. Esperar uma semana e iniciar a cartela seguinte no oitavo dia. A menstruação virá nesse período de intervalo. Eficácia é alta, se usada corretamente. Varia de 97 a 99,9%. Vantagens: pode ser a redução dos problemas menstruais; não interfere na relação sexual, protege contra algumas doenças ginecológicas inclusive alguns tipos de câncer. Desvantagens: é preciso disciplina e constância; pode produzir efeitos colaterais como, náuseas, mal estar gástrico, mudança de peso, dor de cabeça, tontura, diminuição das menstruações, acne, dor mamária, sangramento entre as menstruações, alterações emocionais. A pílula anticoncepcional é um dos melhores métodos para se evitar uma gravidez indesejada. Existem diversos tipos de pílula porque existem diversos tipos de mulheres. Seu médico é a melhor pessoa para decidir que tipo você deve tomar. Existem outras indicações médicas para a pílula tais como endometriose, ovários policísticos, tensão pré-menstrual e cólica menstrual. A pílula funciona através da ingestão diária de uma pequena quantidade dos hormônios que são produzidos nos ovários. Esta ingestão diária de hormônios, iguais aos que você normalmente tem, acaba enganando o sistema de regulação do seu organismo que imagina estar você grávida. Com isto é inibida a ovulação. Os óvulos não são mais liberados pelos ovários e você não engravida. Ao final de uma cartela a parada da ingestão dos hormônios causa uma menstruação (para saber mais sobre hormônios, ovulação, comando central e menstruação e exame ginecológico clique nas palavras ). Em maio de 1999 foi lançada a pílula vaginal para as mulheres que enjoam muito com o anticoncepcional oral. Trata-se de uma descoberta do médico brasileiro Elsimar Coutinho. Em março de 2001 foi lançada a pílula sem estrogênio, uma nova revolução na anticoncepção hormonal.