Postado por admin em Anticoncepcional 10/08/2010
Conceitos: São preparados contendo estrógeno e progesterona capazes de bloquear a ovulação (inibindo a liberação de FSH e LH).
Mecanismo de ação: O bloqueio da ovulação é realizado na hipófise pela inibição da liberação de FSH pelo componente estrogênico e pela inibição de LH pelo componente contendo progesterona no contraceptivo oral. Esse também age no endométrio (camada interna do útero) através de seu componente progesterona que promove atrofia das glândulas endometriais sem receptividade a implatação do óvulo fecundado (blastocisto). Além disso, o componente de progesterona torna o muco cervical espesso, impossibilitando a ascenção dos espermatozóides.
Eficácia: Nas mulheres que seguem a risca as orientações médicas do uso a taxa de falha é ao redor de 0,1%. Na população geral: taxa de falha de 3%.
Para atingir a eficácia máxima é necessário a mulher saber a maneira apropriada do uso do contraceptivo oral e de remédios que podem interferir na ação contraceptiva!
Rémedios que podem prejudicar a eficácia:
Componentes genéricos: rifampicina, fenobarbital, fenitoína, primidona, carbamazepina
Admite-se que o uso de ampicilina, doxaciclina, tetraciclinas, metronidazol e quinolonas podem ser prejudiciais a eficácia.
Dúvidas freqüentes??
Fertilidade: O contraceptivo oral prejudica o futuro obstétrico de uma mulher? Estudos comprovam que 50% de ex-usuárias de contraceptivos orais engravidaram nos 3 meses seguintes após cessarem o uso. A taxa de fertilidade nos 2 anos seguintes foram semelhantes a das mulheres que não usam contraceptivos orais.
Risco de abortamento: vários estudos demonstram que a taxa de abortamento espotâneo em gestação que ocorrem em mulheres após o uso de contraceptivos orais é semelhante às das mulheres que não usaram o método.
Fonte:http://contracepcao.tripod.com