Plano de emergência

0

Por admin - em Anticoncepcional - 28/01/2012

Esqueceu da pílula? Veja qual atitude tomar:

* Quantas?
Uma
* O que fazer? Tome duas logo que se lembrar

* Quantas?
Duas
* O que fazer? Tome duas por dois dias seguidos e use camisinha até o fim do ciclo

* Quantas?
Três
* O que fazer? Use camisinha até menstruar novamente

Observação: COnsulte o ginecologista regularmente.

Você pode engordar usando anticoncepcional

0

Por admin - em Anticoncepcional - 27/01/2012

Algumas mulheres chegam a reter 1 ou 2 litros de líquido por causa da pílula. E isso já é o bastante para fazer saltar aquela barriguinha. Mas, se a guerra contra a balança continuar mesmo depois da menstruação, verifique se não há nada além da pílula influenciando suas medidas. Vale lembrar que muitas mulheres começam a usar o anticoncepcional quando entram num relacionamento sério. E o namoro vem acompanhado de eventos gastronômicos. Afinal, quem resiste a um petit gateau a dois?

Anticoncepcional: não é só após um mês que está protegida

0

Por admin - em Anticoncepcional - 26/01/2012

Antes, os especialistas acreditavam que era preciso tomar uma cartela inteira antes que os hormônios fizessem efeito. Durante esse período, eles recomendavam combinar outro método anticoncepcional, já se sabe que isso é desnecessário. Se você começa no dia certo, que é o primeiro do ciclo, fica protegida imediatamente.

Anticoncepcional: protege sua saúde e alivia a TPM

0

Por admin - em Anticoncepcional - 25/01/2012

TPM Sim! O anticoncepcional oral reduz o risco de câncer de ovário em 50%, segundo a Sociedade Americana de Câncer. Outra vantagem é que, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, seu uso por quatro anos reduz o risco de desenvolver câncer no endométrio pela metade. Como voc6e passa a ter sempre a mesma quantidade de hormônios no organismo, alivia a TPM. E, como bloqueia a producao de hormônios masculinos pelo ovário, também vale como tratamento para acne e excesso de pêlos.

Anticoncepcional: é preciso encontrar o seu tipo ideal

0

Por admin - em Anticoncepcional - 24/01/2012

Anticoncepcional oral não é tamanho único. Há dezenas de variações no mercado e cada um pode provocar um efeito diferente. São três tipos básicos: as pílulas monofásicas tem uma quantidade fixa de estrogênio e progesterona em todos os comprimidos. As trifásicas contem uma diferença mínima na quantidade de estrogênio e uma forma diferente de progesterona em cada uma delas. E há as com progesterona apenas, recomendadas a mulheres que não podem usar estrogênio. Quem sofre com as consequências negativas da pílula deve conversar com o médico. Dores de cabeça e náuseas são causadas pelo estrogênio. Acne e oscilação de humor estão associadas à progesterona. Nos dois casos, é possível trocar a medicação e acabar com o desconforto.

O anticoncepcional pode alterar sua líbido

0

Por admin - em Anticoncepcional - 23/01/2012

Enquanto algumas mulheres viram um furacão sexual, já que não precisam se preocupar com a gravidez, outras comparam o anticoncepcional a um balde de água fria. Ele impossibilita o pico de testosterona na época da ovulação, reduz a qunatidade de estrogênio e ainda diminui a lubrificação vaginal. Não precisa dizer quanto isso afeta o desejo de muitas mulheres. Acontece de você não ter vontade de tirar o pijama? D6e um prazo de três meses para ver se seu corpo se adapta ao tipo escolhido. Enquanto iddo, investigue o que mais pode estar minando seu ímpeto de transar. Nada mudou? Volte ao médico e proponha trocar de pílula. E avaliem juntos se o anticoncepcional oral é realmente indicado para você.

Saiba como a pílula funciona

0

Por admin - em Anticoncepcional - 22/01/2012

1 – Os hormônios da pílula atingem a glândula pituitária no cérebro e bloqueiam os hormônios responsáveis pela ovulação;

2 – Sem a ovulação, não há gravidez;

3 – Ela deixa o muco cervical (secreção que sai pela vagina e se parece com clara de ovo) mais espesso. Se um ovo escapar, o muco ajuda a imobilizar o espermatozóide.

O anticoncepcional para quem está acima do peso

0

Por admin - em Anticoncepcional - 21/01/2012

Mulheres que estão acima do peso devem ter alguns cuidados na hora de escolher seu método contraceptivo, que, de acordo com o peso da paciente, podem ter maior ou menor eficácia. Dados do Ministério da Saúde afirmam que em 2010 cerca de 40% das mulheres tinham sobrepeso ou eram obesas.
Mulheres com mais de 90 kg podem ter a eficácia do adesivo transdérmico reduzida.

Já as pílulas combinadas não são recomendadas quando a mulher, que está acima do peso, tem alguma doença associada como diabetes, pressão alta e nível elevado de colesterol. Quando existe esse quadro, o mais indicado é o uso da pílula que contém somente o hormônio progestagênio.

Cristina Guazzelli, professora do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) explica sobre a relação obesidade e métodos contraceptivos. “Apesar de haver maior probabilidade de apresentar alterações menstruais, maior risco de não ovular e mais chance de ter ovário policístico, a mulher acima do peso pode engravidar como qualquer outra, portanto precisa usar métodos anticonceptivos se não deseja ter filhos. Outro dado importante é que, diferentemente do que se pensa, vários estudos mostram que a frequência sexual delas é a mesma de mulheres magras” , afirmou.

Segundo a médica, de uma maneira geral, as mulheres com excesso de peso podem usar quase todos os métodos anticonceptivos, como pílula combinada, implante, DIU e anel contraceptivo, cuja eficácia vai depender do uso correto, da taxa de continuidade e da aderência ao método escolhido.

“Em mulheres obesas que ainda não têm comorbidades, como diabetes, hipertensão e alterações das taxas de colesterol, não há contraindicacão para o uso de métodos hormonais. Mas devemos ser cautelosos, pois são pacientes com maior risco para trombose venosa e doenças cardiovasculares. Além disso, para as mulheres com IMC* (Índice de Massa Corporal) acima de 30, o risco de trombose é duas vezes maior do que para as que apresentam o índice menor que 25. Por isso a paciente deve ser avaliada de forma mais criteriosa, em intervalos menores, e fazer periodicamente exames clínicos e laboratoriais com avaliação da pressão arterial, glicemia, e perfil lipídico, entre outros”, explicou a Dra. Cristina.

*O índice de massa corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em m). A fórmula matemática é IMC = peso/altura².

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br

Anticoncepcional para diminuir o fluxo menstrual

1

Por admin - em Anticoncepcional - 20/01/2012

O CEMICAMP, em parceria com a Bayer HealthCare Pharmaceuticals, realizou um levantamento com mais de 1.000 mulheres.
Publicidade
Os dados mostram que 66,1% usariam a pílula anticoncepcional para controlar a quantidade do fluxo menstrual. Desta maneira o fluxo poderia ser menos intenso e duraria menos tempo.
Boa parte das 1.111 mulheres que participaram de um levantamento realizado pelo Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas, CEMICAMP, ligado à Unicamp, em parceria com a Bayer HealthCare Pharmaceuticals, pensa desta maneira. “Essa pesquisa trouxe um resultado que, de certa forma, já era aguardado, pois é frequente escutarmos das mulheres que a menstruação gera impacto no dia-a-dia,” afirma Dr. Carlos Alberto Petta, professor do Departamento de Ginecologia da Unicamp e um dos pesquisadores.

Para Dr. Petta esse resultado reflete o perfil da mulher atual, visto que cerca de 70% das entrevistadas pelo estudo têm atividade remunerada e mais de 92% dessas mulheres trabalham fora de casa. Destas, 81,1% afirmaram que a menstruação poderia durar menos de 3 dias. “Nesse contexto, ficar menstruada durante quatro ou até mais dias, sentindo cólicas e tendo de se preocupar com a troca absorventes é, de fato, desconfortável,” comenta o pesquisador.

As mulheres também opinaram sobre o uso das pílulas anticoncepcionais para controlar a quantidade de sangramento menstrual. 66,1% delas responderam que usariam o contraceptivo hormonal para essa finalidade. Dentre essas, 82% afirmam que a pílula serviria para diminuir o fluxo, 22,6% para menstruar quando quiser e 12,7% para não menstruar quando desejar . “A pílula contraceptiva normalmente diminui o sangramento,” diz Dr Petta.

leia também
A experiência da primeira menstruação
Mulheres atletas – alterações no ciclo menstrual

“E nesse sentido, Qlaira é o único que foi testado para essa finalidade e estudos clínicos demonstraram que esse contraceptivo reduz a quantidade e a duração do sangramento, servindo também para tratar aquelas pacientes com fluxo exacerbado,”completa o especialista. Qlaira é uma pílula anticoncepcional com estrogênio natural, que torna-se uma molécula idêntica ao hormônio produzido pelo organismo feminino. Alguns estudos clínicos realizados para o desenvolvimento desta pílula demonstraram que suas usuárias deixaram de sangrar em 18% a 22% dos ciclos enquanto a utilizavam como método contraceptivo.

A pesquisa do CEMICAMP apontou ainda que uma parcela de aproximadamente 12% de mulheres afirmam gostar de menstruar por diversos motivos. Para algumas, menstruar é sinal de boa saúde (54,2%), outras afirmam que a menstruação confirma que não estão grávidas (38,9%), faz com que se sintam mais limpas (29%) e mais leves (26%), além de afirmar sua feminilidade (21,4%).

Por Catharina Apolinário

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br

Anticoncepcional x saúde da pele e cabelos

0

Por admin - em Anticoncepcional - 19/01/2012

A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais populares entre as mulheres. No entanto, há muitas dúvidas sobre à interferência dessas doses de hormônios na beleza da pele e cabelos.

Publicidade
Segundo o dermatologista Ademir Jr., de São Paulo, a combinação de alguns hormônios nos comprimidos pode ajudar no controle da oleosidade, da acne, no excesso de pelos no corpo e na queda de cabelos, além de, é claro, prevenir a gravidez indesejada.

“Atualmente, a tendência é a de usar produtos que melhorem os cabelos e reduzam os pelos do corpo. No caso dos que estimulam os cabelos do couro cabeludo, um dos objetivos é ajudar no tratamento de queda”, conta o médico. “Resultados positivos frente a estes problemas começam a aparecer após algum tempo de uso do remédio”, garante.

Como qualquer outro medicamento, os anticoncepcionais também possuem alguns efeitos colaterais. “Varizes, inchaço, aumento do peso, risco de embolia e acne. Queda de cabelo e hirsutismo (aumento dos pelos). Todos eles dependem da combinação dos hormônios da pílula prescrita pelo médico”, afirma Ademir, também presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos.

Claro que cada corpo vai responder de uma forma diferente. Portanto, a melhor escolha é sempre a visita a um especialista, que receitará o anticoncepcional mais adequado a você. “Para iniciar qualquer tipo de tratamento para os problemas citados, é fundamental procurar um ginecologista, um endocrinologista ou um dermatologista que se certificará de que o problema poderá ser corrigido com sucesso pelos anticonceptivos. Mais do que isto, será o médico que elegerá a melhor combinação de hormônios”, alerta o dermatologista.

leia também
Implante hormonal como método contraceptivo
Anticoncepcional: Tire suas Dúvidas!
Ademir ressalta ainda que, em alguns casos, somente o uso de contraceptivos para melhorar a saúde da pele e dos cabelos, não é suficiente. “Às vezes há necessidade de tratamentos complementares aos anticonceptivos, em casos de queda capilar, podendo não ser as pílulas totalmente competentes para a melhora do quadro”, adverte.

Por Tissiane Vicentin (MBPress)

Fonte: http://vilamulher.terra.com.br